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terça-feira, 11 de julho de 2017

Viver Depois de Ti de Jojo Meyes

A primeira vez que vi este livro, por aí, achei que o devia ler. Havia qualquer coisa na sinopse e em algumas opiniões que li que me fizeram acreditar que era um livro que ia gostar de ler. Não me enganei.
 
Inicialmente achava que o livro era um bocado light hearted. A sinopse fazia-me lembrar o filme Amigos Improváveis mas algo mais simples. Estava errada. É verdade que ambos os protagonistas são tetraplégicos e tem a tratar de si pessoas sui generis, há o inevitável choque de personalidades, mas semelhanças ficam por aí. Este livro fala de algo que o Amigos Improváveis nem aborda: a eutanásia.
 
A vida de Louisa Clark muda quando começa a cuidar de Will Traynor, mas vida dele também muda ao conhece-la. São pessoas muito diferentes, que viveram vidas muito diferentes. Se a Louisa é capaz de fazer o Will mudar de ideias e não recorrer à eutanásia é algo que vão ter que ler para descobrir.
 
A viagem vale a pena, garanto. Estamos perante um livro que aborda um tema importante, mas não cai em clichés exagerados, faz-nos ver como é o mundo de quem vive preso a uma cadeira e sobretudo faz-nos pensar na vida que temos e se é essa a vida que queremos.

 

sábado, 1 de julho de 2017

O que ando a ler

Viver Depois de Ti de Jojo Moyes - Um livro que é uma leitura agradável e que ultrapassa a barreira do mero entretenimento.  

domingo, 25 de junho de 2017

Who are you??

O problema de sermos catapultados para uma vida totalmente nova - ou, pelo menos, empurrados tão violentamente contra a vida de alguém que é, no mínimo, como se estivéssemos com a cara colada à sua janela - é que nos obriga a repensar quem realmente somos. Ou quem parecemos aos olhos dos outros.


In Viver Depois de Ti de Jojo Meyes

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Em Busca do Verdadeiro Amor de William Nicholson

Se eu visse este livro numa qualquer livraria acho que não lhe pegava. Digo isto porque o titulo ia levar-me a pensar que o livro era de auto-ajuda. Felizmente alguns livros encontram caminhos para chegarem até nós. O importante não é o caminho mas sim que cheguem a nós. Para os mais curiosos revelo que foi uma oferta de uma amiga. Ela leu e achou que eu ia gostar, não se enganou.
 
O livro conta-nos a história de Bron, um escritor que deseja escrever sobre o verdadeiro amor. Bron decidi que o livro será sobre o pintor Marotte que se apaixonara à primeira vista por uma preceptora inglesa. Desinspirado, ele procura refugio na casa de campo de um amigo. É lá que conhece a misteriosa Flora por quem se apaixona perdidamente. A partir daqui somos levados por um caminho deveras interessante. Mais que uma história de amor ou uma lição de história sobre o fictício Marotte, o livro é uma reflexão sobre o amor, os afectos, a beleza, a arte, a vida, o sexo...
 
Este livro é uma excelente narrativa que cativa e surpreende, em especial na recta final. Por isso, se o encontrarem por ai não pensem, como eu, que é um livro de auto-ajuda e deem uma oportunidade.


 

domingo, 18 de junho de 2017

sexta-feira, 16 de junho de 2017

sábado, 10 de junho de 2017

quinta-feira, 1 de junho de 2017

O que ando a ler

No Tempo das Mimosas de Eva Maria Valério de Sousa - Ler poesia faz bem à alma... e se for escrito por alguém que conhecemos ainda melhor.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Travessuras da Menina Má de Mario Vargas Llosa

Eu já tinha este livro para ler desde 2010, o ano em que o autor ganhou o Prémio Nobel. Na altura eu tinha por hábito comprar um livro quando o autor ganhava o prémio Nobel.
Acho que antes disso nunca tinha ouvido falar deste escritor e depois disso acho que não ouvi muitas vezes. É normal, a imprensa perde demasiado tempo a falar de literatura light e esquecendo o que é mesmo bom.
 
Mas vamos ao que interessa, tudo começa no Peru, quando Ricardo, com quinze anos, se apaixona por Lily. Não chegam a ter um relacionamento, mas Ricardo ficará para sempre marcado por esse amor. Os anos passam e Ricardo vai viver para Paris, onde, como seria de esperar, reencontra Lily. O que se segue é uma montanha russa de emoções, como dizem os ingleses, Ricardo apaixonado por Lily sofre o encontro e desencontro com ela ao longo do tempo. Será Lily apaixonada por ele? Ou será que ele ama sozinho como canta no Salvador Sobral?
Acho que o livro é aberto a várias interpretações e é sobretudo um livro real no que toca às emoções e relações humanas.

 

sexta-feira, 12 de maio de 2017

segunda-feira, 1 de maio de 2017

O que ando a ler

As Travessuras da Menina Má de Mario Vargas Llosa - Um livro que estou a adorar ler. Prendeu-me desde a primeira página.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Cem Anos de Solidão de Gabriel Garcia Marquez

Há uns anos atrás, alguém me dizia que só tinha conseguido atinar com este livro depois de ter feito a arvore genealógica da família Buendia. Agora que li reconheço que há uma certa dificuldade em seguir a história, tal é a repetição de nomes. Essa mesma pessoa disse-me que quem estudava genologia se apercebia que a história familiar se repetia. Não me recordo agora se era a terceira geração que repetia ou se a quarta. Mas lembro-me dela dizer-me: se uma bisavó tua era traída pelo marido é provável que tu também sejas... Se isto são influencias genéticas, karmicas ou simplesmente fruto das circunstancias da vida não sei, o que sei é que fiquei na altura com a ideia de ler este livro.
Mas teriam de passar alguns anos e a leitura do Amor em Tempos de Cólera até chegar aos Cem Anos de Solidão.
 
Este livro narra a história da família Buendia, desde o casamento de José Arcadio com Úrsula. O casal, seguido por uns quantos outros, fundam a pequena aldeia de Macondo. Isolado do mundo, sem aparecer no mapa é aqui que tudo se passa. Nascem, os filhos, os netos, bisnetos, trinetos e tetranetos de Úrsula e José Arcadio. É também uma aldeia onde o impossível acontece e onde o real se mistura com o irreal. Eu não sou fã de fantasia, mas o Gabo é tão bom a narrar e introduz estes elementos fantasiosos de forma tão suave e natural que nos faz acreditar. É aquilo a que os estudiosos chamam de realismo mágico. Eu confesso que comecei a acreditar que podia haver uma peste que dá insónias e chuva ininterrupta durante anos.
 
Já tinha ficado fascinada com prosa do Gabo no Amor em Tempos de Colera e aqui esse fascínio continuou. Contudo a história não deixa de deslumbrar até porque a família Buendia, com as suas particularidades, problemas, dificuldades conquistou-me desde o inicio. Eu gosto de livros que falam de famílias. Acho fascinante como os erros dos pais se reflectem nos filhos. Mas penso que ninguém poderia resumir melhor o livro do que o próprio Gabo, pela voz de Pilar Ternera, ela que não era da família, mas fazia parte da mesma à sua maneira:
 
Não havia nenhum mistério no coração de um Buendia que fosse impenetrável para ela, porque um século de naipes e de experiencias tinha-lhe ensinado que a história da família era uma engrenagem de repetições irreparáveis, uma roda giratória que teria seguido às voltas até à eternidade, não fosse o desgaste progressivo e irremediável do eixo.


P.S: Por uma estranha coincidência hoje passam 3 anos que Gabo faleceu.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

O Tempo Entre Costuras de Maria Duenas

Muitos dos meus livros têm associados pequenas historias, é o caso deste. Vi-o diversas vezes naquelas sugestões de "quem comprou este também comprou" Por algum motivo nunca me dei ao trabalho de ver o que era. Não sei porquê mas o titulo sugeria-me que seria algo sobre o que vestir.
Um dia vi o trailer da série que adapta o livro e gostei, decidi ler. Apesar de promissor no inicio acabei por não gostar.
 
Mas comecemos pelo inicio, a historia de uma simples modista que se converte em espia pareceu-me um bocado fantasiosa. Contudo em ficçao dou muito o braço a torcer e aceito historias que possam não ter grande veracidade.
E isto de uma simples modista se tornar espia até podia funcionar o problema foi o resto. Começando pelo ritmo, este era lento. Os acontecimentos davam-se naquele famoso modo: devagar, devagarinho ou parado. Estava a meio do livro e lembro-me de pensar que se calhar tinha lido mal e ela não ia ser espia pois tal ainda não tinha acontecido. O ritmo num livro é importante, um ritmo alucinado pode não deixar que o leitor absorva os acontecimentos, mas um lento faz com que perca o interesse...
 
Outro grande erro, a meu ver, foi o excesso de informação. Num livro passado num período importante da história espanhola é importante dar ao leitor algum background. Mas não é isso que acontece, as informações são tão extensas que se tornam aborrecidas. E muitas desnecessárias como quando falam a Sira das clientes que deve tentar atrair e como deve espiar.
 
Por fim Sira, a protagonista. Uma pobre modista que cai na canção do bandido. Podia ser uma personagem cativante, pela qual eu torcesse mas acabou por ser apenas uma personagem que em nada me cativou.
 
Apesar de promissor o livro acabou por não me conquistar em nenhum dos seus aspectos.

 

sábado, 1 de abril de 2017

O que ando a ler

O Tempo Entre Costuras de Maria Dueñas - tenho arrastado a leitura deste livro por falta de entusiasmo pelo mesmo.

Cem Anos de Solidão de Gabriel Garcia Marquez - tenho arrastado a leitura deste livro por falta de tempo.

 

quarta-feira, 1 de março de 2017

O que ando a ler

O Tempo Entre Costuras de Maria Dueñas - Uma leitura agradável mas está longe de me entusiasmar e por isso mesmo a leitura tem-se arrastado.

Cem Anos de Solidão de Gabriel Garcia Marquez - Era para ser uma leitura conjunta mas a minha amiga teve outras coisas e faltou-lhe o tempo. Estou a adorar ler este livro.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Atençao bookworms

Para todos os que gostam de livros em geral e da literatura francesa em particular, aqui tem um documentário para ver: Autores Franceses. Atenção que isto estreou a semana passada e dá todas as semanas.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

O que ando a ler

O Tempo Entre Costuras de Maria Dueñas - Estou a gostar, mas não estou a adorar. Para já acho que é uma leitura agradável.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

O que é que a Madrigal vai ler em 2017

Aqui fica a listagem de livros a ler em 2017 e os respectivos prognósticos.
 
 
O Tempo entre Costuras de Maria Duenas - Não tive tempo de ler no ano passado, por isso veio para a lista deste ano.
 
 
As Travessuras da Menina Má de Mario Vargas Llosa - Tal como o anterior também este transita do ano passado.
 
 
No Tempo das Mimosas de Eva Maria Valério de Sousa - Tenho que ler o livro da minha amiga não é?
 
 
Em busca do verdadeiro amor de William Nicholson - foi uma prenda, não conheço e nunca ouvi falar, vai ser um verdadeiro blind date.
 
 
Viver depois de ti de Jojo Moyes - Adorei o filme, por isso vou adorar ler o livro.
 
 
Nós os dois de Andy Jones - Comprei porque gostei da sinopse, a ver como corre este tiro no escuro.
 
 
O Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry - Parece incrível mas nunca li.
 
 
O caso Jane Eyre de Jasper Fforde - Um detective que entra nos livros para compor a história, parece-me promissor.
 
A Morgadinha dos Canaviais de Júlio Dinis- dizem que o nosso Júlio é parecido com a Jane Austen, a ver vamos.
 
 
Cem Anos de Solidão de Gabriel Garcia Márquez- Em 2015 li o Amor em Tempos de Colera e adorei, espero gostar deste tanto como do outro.
 
 
O Desejo de Safo - poesia faz sempre bem à alma.
 
 
Memórias de uma Gueixa de Arthur Golden- Gosto muito do filme a ver como é o livro.
 
 
Gabriela, cravo e canela de Jorge Amado - vai ser a minha estreia com este escritor brasileiro.
 
 
Irmãs de Sangue & Um Fogo Eterno & Luz Efemera de Barbara & Stephanie Keating- uma trilogia que chamou a minha atenção e que agora vou ler.


 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Balanço Literário de 2016

2016 ficará para sempre na minha memória como um dos piores anos a nível literário.
 
Mas comecemos pelo principio, este ano terminou o meu clube do livro. Tive pena de terminar mas o projecto deixou de fazer sentido. Cada vez mais era difícil de encontrar livros que todas queriam ler. Foi uma experiencia maravilhosa e só posso agradecer a quem quis entrar no projeto. Guardo boas lembranças das leituras que fizemos, das particularidades na hora de falar do livro que cada uma trazia à discussão, etc.
 
A nível pessoal não li um único livro que me tivesse marcado ou que eu queira reler no futuro. Tive pena pois eu sinceramente gostava de ter gostado do Paciente Inglês, por exemplo. Mas não deu e quando não dá não há nada a fazer.
 
Por outro lado sinto-me orgulhosa pois consegui passar o ano sem comprar muitos livros, comprei poucos e os que comprei li-os quase depois de os comprar, o que evitou acumulações à lista para ler.
 
Outra boa coisa foi ter feito uma lista de leitura e ter conseguido ler quase tudo. Revelou-se uma boa estratégia e que certamente vou manter este ano. Passem por cá no inicio do ano para ver a lista e para conhecerem os meus prognósticos.
 
A todos os que leem este blogue, o meu obrigado por estarem desse lado e desejo a todos um excelente ano de 2017, com muitos livros e melhores leituras.
 
 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Haveria necessidade??

Hoje passei na Bertrand para comprar o Principezinho. Eu sei já devia de ter lido há séculos mas nunca se deu a oportunidade...
Aproveitei e comprei uma versão mais infantil para oferecer à minha sobrinha no Natal.
Como não sabia onde estava perguntei e qual não é o meu espanto quando me indicam versões com puzzles e figuras autocolantes??? Um livro vale por si não acho necessário enfeita-lo para o tornar mais atrativo. Mas vivemos num país onde as pessoas não leem, se calhar se não for assim não vende. Em todo o caso, eu comprei uma versão normal.