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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Patrick Swayze

O homem que pôs muita mulher a suspirar fazia anos hoje. Sendo honesta, não acho que ele fosse um grande actor, acho que era daqueles que cumpria. Fez alguns filmes que ficaram na memória de quem os viu. Um deles é o Dirty Dancing. A bem da verdade o Dirty Dancing não é um grande filme, tem grandes momentos de dança, para quem gosta, mas tudo o resto é bastante sofrível. Se fosse hoje não me chamaria a atenção, tenho a certeza. Quando estreou no cinema eu era ainda uma criança, mas agradeço a quem mo mostrou quando cheguei à idade certa. Não há mulher que tenha entre os trinta e quarenta que não tenha visto o filme e amado de paixão, marcou uma geração. Todas queríamos encontrar um Patrick que dançasse connosco.
 
Em jeito de homenagem aqui ficam dois vídeos, um com a música que é a minha preferida: o hungry eyes e a musica final, i've had the time of my life
 
 
 
 

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

By the Sea

O filme que junta Angelina Jolie Pitt e o seu marido Brad Pitt, o argumento e a realização é da Angelina. Parece-me ser bom e até já li que era forte candidato aos óscares. Será que é desta que o Brad ganha???


sexta-feira, 24 de julho de 2015

Men, Women & Children

Há uns anos vi uma entrevista com a Ana Maria Magalhães e a Isabel Alçada, as autoras da série Uma Aventura, uma delas dizia que nós somos tudo o que sempre fomos mais a tecnologia. Lembro-me que elas até diziam que muitos autores estavam a pegar nos seus livros e a edita-los para incluir os telemóveis.
Esta entrevista, como disse, foi há uns anos e na altura a tecnologia e o acesso à internet não era nada do que é hoje em dia.
Mas as palavras delas reflectem o argumento deste filme. Onde vemos vários personagens a deambular perdidos uns dos outros mas ligados à rede e a tecnologia. Temos vários, o casal que vive uma rotina e veem em sites de encontros uma forma de encontrarem novos parceiros para sexo. O filho do casal é já viciado em pornografia e já só consegue ter ereções vendo vídeos mais ousados. O miúdo que era a estrela de futebol da escola mas deixa de jogar porque a mãe o abandona e vai para a Califórnia e ele decide investir tempo em jogos online. A miúda, cuja mãe a controla sistematicamente online, tendo alertas para todas as mensagens dela. E com tanto controlo ela simplesmente cria uma conta ás escondidas para puder ser ela mesma. Há ainda a miúda que era gorda e se tornou magra e passa a vida em sites que motivam a não comer e sofre com anorexia. E depois temos a mãe que tira fotos à filha e coloca num website para promover a suposta carreira de actriz.
São estes os personagens num filme que convida à reflexão sem dar lições de moral e deixando no ar a velha pergunta se não estamos todos cada vez mais ligados através da rede mas fisicamente mais desligados uns dos outros.


quinta-feira, 2 de julho de 2015

What If

eu pelo trailer tinha achado que este filme era jeitosinho. Não era comédia romântica mas não era drama, algo cada vez mais comum a certos filmes. Até achei piada à ideia de encontrar alguém que nos parece ideal para nós mas que infelizmente já tem dono. Mas depois vi o filme e não gostei, também não odiei, mas fiquei assim com a sensação que investiram numa boa ideia mas depois esqueceram-se de investir nos diálogos. A maioria deles são cheios de nonsense e eu até adoro nonsense mas caramba há um exagero e na volta parece que os dois são parvos. Isto tinha potencial para ser outro 500 Days of Summer ou outro Ruby Sparks, mas acabou por falhar. Aqui ficam algumas frases que, a meu ver, se aproveitam:
 
I remember the night Allan and Nicole met. And that instant conection. If you're lucky it happens once in a lifetime and if you're unlucky, then you have to come to weddings and listen to people like me talking about it. And asume we're all hopeless romantics... It's very easy to be cynical about love, but this, tonight, this is hard.
 
 
In fairy tales, love inspires you to be noble and courageous, but in real life, love is just an all-purpose excuse for selfish behavior. You can lie and cheat and hurt people, and it's all okay because you're in love.
 
 
It's complicated. All this love shit's complicated. And that's good. Because if it's too simple you've got no reason to try, and if you've got no reason to try you don't.
 
 
 

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Adepto

Ontem uma amiga partilhou este artigo do Observador no facebook. Estive a ler e concordo com o que é dito. Eu acho que o futebol tem uma magia especial. Talvez outros desportos também tenham, mas este desporto é o que mais move as pessoas, se falarmos claro, da Europa. Na minha vida vi dois filmes onde o futebol tem um papel bastante activo, por assim dizer. Não são filmes conhecidos, mas vê-los, especialmente o Fever Pitch percebi melhor o que era a paixão pelo futebol. O Bend It Like Beckam tem um sabor indiano que eu adoro, apesar de ser sobre uma rapariga que quer jogar futebol podia ser sobre outra coisa qualquer. Mas mesmo assim a mística do futebol não se perde. Aqui ficam os trailers dos filmes:







sábado, 30 de maio de 2015

sábado, 9 de maio de 2015

O Primo Basilio

Hoje à noite pelas 23h40, a Tv Globo transmite o filme Primo Basílio. É um filme brasileiro que adapta o livro ao Brasil dos finais da década de 50. Os brasileiros sabem fazer cinema ao contrário dos portugueses que há uns meses fizeram uma versão intragável dos Maias.
E quem não tem o canal que procure no youtube ou em sítios alternativos pois vale a pena ver este filme. O Fábio Assunção com a sua interpretação faz com que nós mulheres nos esqueçamos que o Basílio é um grande filho da mãe. E faz-nos acreditar nesse velho mito que o amor por uma mulher pode reformar um bad boy.
 




quarta-feira, 6 de maio de 2015

Begin Again

As expectativas para este filme eram altas. Afinal o Once tinha-me encantado e apaixonado quando o vi.
Pelo trailer, qualquer um diz que John Carney tinha pegado na mesma ideia e onda e tinha feito a quase a mesma história de Once. Isso não deixa de ser um pouco verdade, mas os personagens estão longe de encantar. Mark Rufallo nunca entrou na minha galeria de preferidos, nem sequer chegou à galeria de actores pelos quais tenho simpatia, embora não seja fã. A Keira bem nunca lhe vi um grande talento, tenho a sensação que ela muitas vezes não se esforça ou então quem a dirige não puxa por ela.
Já o Adam Levine, também não sou fã dele.
Mesmo com todos estes contras podia ter gostado do filme, mas não gostei. A música não fica no ouvido, esquece-se quase depois de se ouvir. Não há química entre o Mark e Keira ou entre ela e o Adam Levine. Depois um produtor musical caído em desgraça que vê numa aspirante a música a possibilidade de voltar ao showbiz é uma historia que já deu o que tinha a dar.
Espremido o filme não é nada e não vale mesmo a pena. Se querem filmes que metem músicos ao barulho revejam o Once ou então August Rush.


sábado, 7 de março de 2015

As Cinquenta Sombras de Grey o filme

Quem me conhece sabe que a trilogia das cinquenta sombras de grey é um dos meus odiozinhos de estimação.
Li o primeiro livro e o segundo ficou a meio, o resto foi lido na diagonal. É fácil explicar o porquê deste abandono: a história pouco ou nada tinha de apelativo, a protagonista era basicamente uma tótó, mas confesso que foi com o Grey que embirrei solenemente, pois a sua personalidade tem diversos traços para mim detestáveis.
Seja como for durante meses tive de ler comentários como aquilo era fantástico. Algo que não me surpreendeu pois quem não lê ou têm fracos hábitos de leitura vai achar aquilo o máximo, embora a escrita e o desenvolvimento sejam muito pobres. Além do histerismo à volta do Grey li imensos comentários em que teciam comparações parvas entre o Grey e outros personagens masculinos marcantes de livros que são realmente bons.
Quando eu pensava que o histerismo tinha acabado um novo começou em torno do filme e de quem devia ser o Mr. Grey. Foram meses de especulação que cessaram quando foram escolhidos os actores. O fim do casting deu lugar a mais especulação em como os actores escolhidos eram ou não certos para os papeis.
Quando o trailer chegou e eu vi, pensei logo que se não tivesse lido o livro dificilmente ia ver o filme. Já tinha visto trailers de comédias românticas bem mais apelativos. Durante algum tempo pensei em não ver, dificilmente iria ao cinema gastar dinheiro e também não tinha vontade de perder tempo. O que aconteceu foi que uma amiga me desafiou a ver e como sou pessoa de aceitar acabei a ver.
Vi o filme ontem e o resto hoje. Ontem a meio decidi parar não porque estava com sono ou tinha coisas urgentes para fazer, mas simplesmente porque estava entediada. Quando hoje acordei pensei que se não visse o resto não morria por isso, tal era o meu desinteresse pelo filme.
Eu já sabia que dificilmente iria gostar deste filme, o meu ódio pelo Grey é tão grande que dificilmente me iria cativar. Contudo nada me preparou para o desastre que é isto. O argumento já toda a gente conhece e ainda que tenham cortada muita coisa isso não melhorou em nada o filme, apenas deu menos motivos para tédio. A banda sonora que muita gente fala não achei nada de espetacular.
Eu tinha lido que a química entre o Jamie Dornan e a Dakota Johnson era fraca e também tinha essa impressão por alguns clips que tinha visto, mas a verdade é que aquilo nem chega a ser fraco é absolutamente inexistente ninguém diria que aqueles dois estão apaixonados.
O Jamie é um péssimo Grey! Ok, eu não vou à bola com o personagem, mas tudo aquilo que ele é no livro aqui quase não é. O Grey tem presença, intimida e aqui ele intimida menos do que um gatinho.
Isto foi a maior desilusão para mim, pois se um actor como o Jamie consegue ser brilhante como serial killer na série The Fall e convenhamos que ser serial killer é desempenhar dois papeis pois as pessoas à volta nunca desconfiam deles, como é que chega aqui é uma nulidade? Não entendi. E também não entendi porque é que ninguém teve mais cuidado com o sotaque americano dele que é fraquinho. Além disso ele muitas vezes mastiga as palavras tornando-as incompreensíveis e nota-se ali um certo som irish.
Não sei de quem foi a culpa para tão fraca prestação. Li algures que entre a realizadora e a E.L James houveram desentendimentos durante as filmagens. Isso talvez explique a má prestação dele... talvez não soubesse se agradava a uma ou à outra.
A única nota positiva vai para a Dakota que representa bem a Anastacia Steele, embora o personagem seja fraquinho como no livro.
 
 

domingo, 25 de janeiro de 2015

Nicholas Sparks

Não partilho da paixão de muita gente pelo Nicholas Sparks.Gosto do Diário da Nossa Paixão mas é um gostar moderado, aquele gostar que me faz ver o filme se o encontrar num zapping. Há muitos anos li As Palavras que Nunca te direi e cheguei a meio enjoada, cansada de tanta lamechice e li o resto na diagonal.
Tenho visto alguns dos filmes que são baseados nos seus livros e parece-me que estou sempre a ver o mesmo. É certo que nos romances cor de rosa que vou lendo, também posso dizer que existem muitas semelhanças entre eles. Contudo, estes livros vão-me aliciando com algumas coisas que me fazem lê-los.
Nos filmes dos livros do Nicholas encontramos sempre um grande amor que termina quando um deles morre. Não sei se será assim em todos os livros mas nos que chegaram a filme é assim.
Há dias vi o Dei-te o melhor de mim e tive pena que a tal formula de morrer um dos protagonistas se repetisse. Gostei da história e achei que o protagonista tinha um background difícil o que fazia dele um homem sem muita fé em si e ela acaba por lhe dar essa fé. Não estávamos perante nenhuma obra prima mas estávamos perante algo simpático, com uma história que até cativa e vai daí ele morre. Uma morte que parece despropositada e mina a felicidade futura. Parece-me que o Sparks gosta de drama e fez disso o seu cavalo de corrida. É uma pena pois tinha aqui uma historia simples, singela e na qual não precisava de exagerar nas dificuldades e infelicidades dos protagonistas.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Sete Pecados Rurais

No passado Domingo a RTP transmitiu o filme Sete Pecados Rurais. O filme é uma comédia protagonizada por Quim Roscas e Zeca Estacionâncio, moradores de Curral de Moinas. Penso que toda a gente já ouviu falar deles. No filme o riso está garantido, embora penso que algumas piadas mais brejeiras fossem desnecessárias. Mas o que interessa é que o filme tem uma historia e diverte o espectador. Aproveitem para ver caso tenham hipótese de andar para trás no serviço de Tv Cabo. Se não tiverem o filme está todo no youtube.


segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Dracula Untold

Não estava à espera de um filme à altura de Drácula do Francis Ford Coppola. No entanto esperava um filme que fosse um bom entretém. São cada vez mais comuns os filmes que exploram os vilões e como eles chegam ao papel de maus da fita e este é mais um. Contudo o filme não brilha, entretém pouco e fica muito aquém daquilo que podia ser...

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Une Rencontre

Une Rencontre é um filme francês protagonizado por Sophie Marceau e François Cluzet. No filme os dois conhecem-se, mas ele é casado. Habitualmente neste tipo de historias prevemos logo o final, envolvem-se, separam-se, muitas lágrimas... Mas aqui não, apesar da química evidente e da atracção que sentem, os dois, por ele ser casado, decidem não trocar contactos. É aqui que o espectador fica perante um dilema, mas eles vao-se encontrar novamente? Vão arranjar forma de descobrir os contactos, afinal foram apresentados por um amigo comum.
Adorei este filme. Já há muito que não gostava tanto de um filme e contar mais seria estragar o filme a eventuais interessados, por isso deixo-vos o trailer:

terça-feira, 19 de agosto de 2014

últimos filmes vistos

Nos últimos tempos não tempo visto muitos filmes e os que vejo não me parecem dignos de nota. Aqui fica um apanhado dos últimos que vi.
 
Malévola - Vi apenas porque gosto da Angelina Jolie e pela curiosidade que o seu trabalho me desperta. Gostei, é uma premissa que começa a ser muito vista, vermos a historia do vilão até se tornar mau, mas este filme demonstra que uma premissa que não é nova até pode resultar num filme que entretém e que temos vontade de ver novamente. Para isso basta saber escolher os actores e fazer algum esforço a nível do argumento.
 
Guia para um Final Feliz - foi uma surpresa da qual não estava à espera. Confesso tenho preconceitos em relação ao Bradley Cooper que sempre vi como um rapaz bonito de sorriso falso. Mas aqui ele brilha e dá-nos uma boa performance num filme com um tema muito difícil. Fica a vontade de rever e ler o livro.
 
Shadow Dancer - devo ter sacado isto por causa do Clive Owen e foi por ele que fiz o sacrifício de ver. Oh coisa mais chata e mais sem charme!!

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Se querem um conselho de amiga poupem-se o trabalho de ver o filme Yves Saint Laurent, sobre a vida do conhecido costureiro. O senhor teve uma vida tão aborrecida e sem interesse que correm o risco de morrer de tédio.
Houve ali um bocado de drogas, sexo e rock and roll mas mesmo isso foi chato. Acredito que um filme sobre a vida de uma freira num convento deva de ser mais emocionante...

sábado, 17 de maio de 2014

Academia de Vampiros


Se a J. K. Rowling e a Stephanie Meyer tivessem um filho o resultado seria este filme adaptado do livro com o mesmo nome.
A Academia de Vampiros tem uma virtude de ter uma heroína forte, decidida e que não fica à espera de ser salva exatamente como eu gosto.
De resto, o mundo desta historia até seria interessante se não fossem os habituais clichés deste estilo de livro iniciado com o twilight, os personagens são clichés e está tudo formatado no modelo americano de filmes para adolescentes.
Apesar de todos os defeitos este é um filme que se vê bem num dia em que queremos entretenimento puro e simples.

domingo, 6 de abril de 2014

Harry Potter

 
 
 
 
Harry Potter tem 10 anos, é órfão e maltratado pelos tios que o acolheram, igual a tantos outros protagonistas da melhor literatura inglesa que ficaram para a história dos livros. Harry também tem de enfrentar uma série de desafios, provações... Até aqui não há nada de novo, mas a diferença é que Harry Potter é um feiticeiro e recebe uma carta para ir para uma escola muito especial, onde vai aprender a dominar melhor os seus poderes.
Era assim que Harry Potter se apresentava ao publico inglês no Verão de 1997. Estavam todos longe de imaginar que o miúdo ia conquistar o mundo e tornar-se numa das sagas mais vendidas de sempre. Depois dos livros vieram os filmes também eles altamente rentáveis. Harry Potter não só vendeu muito, como ajudou  a vender o género da fantasia. Penso que não é errado dize-lo: há toda uma geração que começou a ler o género com ele e que hoje são fervorosos leitores.
 
Na altura que a febre chegou a Portugal passou-me ao lado. Nunca os livros me despertaram qualquer interesse e quando os filmes apareceram vi os dois primeiros, mas muito na diagonal, muito naquela de ver o que era aquilo que tanta gente falava.
Os anos foram passando e fui sendo conquistada pelos actores ingleses, porque comecei a ver muita ficção feita em terras de sua majestade. Os filmes do Harry Potter estão recheados de actores que conheço, já vi diversas vezes e muitos deles aprecio.
Assim, nesta última semana vi os filmes do Harry Potter de fio a pavio. Como já sabem não aprecio fantasia, a única excepção é mesmo a Guerra dos Tronos, e não foi o Harry Potter que me fez começar a gostar. Não aprecio estes mundos cheios de magia, seres que não existem, etc.. Ignorando isso fica uma historia de um miúdo que vai crescendo, com problemas normais da idade e com uma vida com altos e baixos.
 
Gostei do Harry Potter, mas não posso dizer que adorei. Já passei há muito os tempos de adolescente e isso dificulta o meu apreço pela história. Agora, não tenho duvidas que esta história é boa, muito boa. está bem estruturada e bem contada. Será certamente uma saga que terei prazer em oferecer aos meus filhos, se os tiver. Não tenho dúvidas que o Harry irá conquistar as gerações vindouras e torna-se num clássico do género.

terça-feira, 11 de março de 2014

Sei Lá - O Filme

Anos depois de ter sido editado Sei Lá de Margarida Rebelo Pinto chega ao cinema. Para o bem e para o mal foi o livro que pôs Portugal a ler. Pelo trailer o filme parece uma cópia rasca do Sexo e a Cidade, mas isso nem é o pior, o pior é que vamos levar com muitas entrevistas de Margarida Rebelo Pinto a dizer as barbaridades do costume.

segunda-feira, 3 de março de 2014

De todos os candidatos ao óscar de actor secundário para mim quem tinha menos hipóteses de ganhar era o Jared Leto. Honestamente não via  a academia a premiar um actor que se dedica mais à música e faz um filme quando o rei faz anos. Vejo os óscares como um prémio não só por aquele filme como também para premiar a carreira. Para mim seria mais merecido o Michael Fassbender ter ganho e não digo isto porque gosto do actor. Mas porque ele foi construindo uma carreira, teve o seu primeiro grande salto para a fama com o filme Fome e saltou para as bocas do grande público com o filme do X-Man. Isto pode ser um sinal que a academia deixou de ser preconceituosa.
 
 
 
( e sim o Jared Leto mereceu a nomeação e foi excelente do Dallas Buyers Clube)