terça-feira, 22 de janeiro de 2013

depois de ouvir esta é caso para dizer: Michel Teló volta que estás perdoado!
 
( para quem não se lembra do nome é o cantor do Ai Se Te Pego)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

a diferença entre a obra mais conhecida de uma escritora e as outras é que quando passam duzentos anos da publicação da mais conhecida há imensos artigos nos jornais e inclusive recriam um dos bailes; quando são duzentos anos da publicação de outra obra não há nada a não ser em blogues.
Eis a diferença entre os duzentos anos da publicação de Sensibilidade e Bom Senso e Orgulho e Preconceito de Jane Austen.

domingo, 20 de janeiro de 2013

sobre o Django

eu nunca tinha visto um filme do Tarantino, mas sabia que os mesmos são marcados por violência. Depois de ter visto este filme, digo-vos, com toda a sinceridade e honestidade, não havia necessidade! Gostei do argumento e dos personagens. O Leonardo Dicaprio e o Samuel L. Jackson nos papéis de dono da plantação e fiel escravo, respectivamente, estavam soberbos e na minha opinião meteram os outros todos no bolso. Eu gostei do filme, muito mais do que estava à espera e sinceramente toda aquela violência fez-me impressão, acho que a mesma fica um pouco banalizada por ser em demasia.

sábado, 19 de janeiro de 2013

andei numas pesquisas de materiais para bijuterias e fiquei impressionada com a quantidade de empresas americanas que não enviam para fora dos Estados Unidos; algumas ainda fazem envios para o Canadá, mas a maioria limita-se ao território americano. Eu até percebo que para quem está longe de lá não compense por causa dos custos associados ( transporte, alfandega). Mas confesso que os americanos tão dados à globalização a não quer vender para fora me supreendeu. Digamos que em cada cinco lojas, apenas duas enviam para o mundo inteiro.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

A memória é deveras um pandemônio, mas está tudo lá dentro, depois de fuçar um pouco o dono é capaz de encontrar todas as coisas. Não pode é alguém de fora se intrometer, como a empregada que remove a papelada para espanar o escritório.


Leite Derramado de Chico Buarque

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Linhas de Wellington

E pronto decidem fazer um filme sobre as Invasões Francesas, bom tema, parte importante da história portuguesa. Decidem que o filme deve mostrar personagens ingleses, franceses e portugueses, boa ideia já que andaram todos metidos no "barulho".
Agora, esqueceram-se foi de criar histórias minimamente interessantes para qualquer um desses personagens. Depois como se isso já não fosse mau o suficiente, ainda criam situações completamente idiotas. Então não é que em plena guerra o Duque de Wellington está muito preocupado com uma pintura que retrate bem a guerra??? A sério??? Eu não conheço a vida do Duque de Wellington mas não me acredito que alguém nesse momento crucial tivesse preocupado com algo tão trivial. Se era para ter piada também não achei que tivesse. E assim se desperdiça a participação de um grande actor como John Malkovich.
Mas isto ainda não era suficiente para estragar o filme, há que ter a Soraia Chaves a fazer de prostituta, não o problema não está nela ou no personagem está mesmo em quem escreveu o argumento, então uma prostituta, que pela roupa me pareceu daquelas mais baratas, sabe falar espanhol e inglês?? Num país como Portugal?? No século XIX?? Caro argumentista, acho que te espalhaste à grande com esta. Que ela tentasse falar espanhol e tirasse alguma coisa, eu achava credível, mas falar não.
Agora, a melhor foi a história que envolvia o personagem do Nuno Lopes, que a meu ver era a melhorzinha de todas. Uma inglesa que vê o marido ser morto na batalha do Buçaco. E o Nuno ajuda a pobre mulher e apaixona-se por ela, e no fim pede-a em casamento. E ela dorme com ele e depois diz que quer voltar para a Irlanda e que está grávida do marido e não o quer. E então querida porque dormiste com ele? Quem não quer não faz essas coisas, diz logo que não. Foi uma queca de piedade??
 
Quando quiserem fazer um filme sobre um acontecimento histórico misturem bem os personagens fictícios com os verdadeiros, usem como ancora uma história de amor, uma amizade entre soldados ou até homens amigos antes da batalha e que depois se vêem separados por ela, como naquela série americana Norte e Sul. É bastante fácil criar interesse, porque se não for para ser assim, uma mistura de realidade com ficção, então façam um documentário que todos nós aprendemos mais.