ando indecisa...ter uma sobrinha que me presta mais atenção quando lhe leio uma história do que quando lhe digo alguma coisa, não, não é ralhar é motivo para ficar orgulhosa ou ficar deprimida? A bem da verdade gosto que esteja ali uma futura bookworm mas por outro lado gostava de ter aquela atenção quando falo com ela que só me dedica se meter livros pelo meio.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
domingo, 15 de junho de 2014
Uma questão de gosto
Sempre que me enviam pedidos para gostar de páginas no facebook eu faço-o. Só não o faço quando são páginas sobre coisas que nada tem a ver comigo ou com os meus gostos/interesses.
Tinha uma colega nas minhas aulas de espanhol que também fazia/faz artesanato como eu. Quando ficamos amigas no face e percebeu que eu também fazia coisas, não sei bem porque fiquei com a sensação que ficou ressentida como se quisesse exclusividade de negócio. O que é certo é que não hesitou em me convidar para gostar da página dela. Eu há dias convidei-a para gostar da minha que tinha sido finalmente remodelada e está a ficar minimente apresentável para o público. Não me surpreendeu quando vi que não tinha colocado qualquer gosto. Eu até percebo que muita gente não liga ou vê os pedidos do facebook, mas ela é daquelas que não passa um dia sem lá pôr os pés logo acho difícil que não tenha visto. Se fosse mesquinha tirava o gosto da página dela, mas lá está não sou.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Years after the war, after the marriages, the children, the divorces, the books, he had come to Paris with his wife. He had phoned her. He was intimidated; his voice trembled, and with the trembling it had found the accent of China again. He knew she'd begun writing books. He had also heard about the younger brother's death. He had been sad for her. And then he had no more to tell her. And then he told her - he had told her that it was as before, that he still loved her, that he would never stop loving her, that he would love her until his death.
Do livro O Amante de Marguerite Duras
domingo, 1 de junho de 2014
O que ando a ler
Gabriel's Redemption de Sylvain Reynard - cheguei finalmente ao terceiro livro desta trilogia. Ainda sem certezas se o terceiro livro foi ou não uma boa ideia. Quando finalmente terminar irei fazer uma apreciação destes livros.
O Professor de Charlotte Brontë - é o último de uma espécie de ciclo que fizemos das Brontë no clube do livro. É um livro agradável, o primeiro que Charlotte escreveu mas não me parece que tenha a genialidade de Jane Eyre, a ver vamos.
A Fada do Lar de Sophie Kinsella - aproveitei uma promo da FNAC para comprar este livro. Depois aproveitei que o Gabriel's Redemption estava a demorar muito a chegar ( longa história!!) para começar a ler. É um livro engraçado, divertido, mas não é mais do que isso. A julgar pelo filme Louca Por Compras e este calculo que todos os livros da Sophie Kinsella sejam assim e não há mal nenhum nisso. De resto é o regresso a um género que já não lia há muito: o chick-lit.
E Tudo o Vento Levou de Margaret Mitchell - há dias percebi que ando há quase um ano a reler isto. São dois volumes de 500 páginas cada um portanto isso serve de desculpa. Não sendo uma primeira leitura é muitas vezes preterido. Irei escrever sobre o livro a fundo assim que terminar.
sábado, 24 de maio de 2014
Sophie Ellis-Bextor - Murder On The Dance Floor
é uma música levzinha e o vídeo até é engraçado, mas vendo-o penso sempre que ele mostra como algumas pessoas não olham a meios para atingir os fins.
domingo, 18 de maio de 2014
promoções de livros
não se se é impressão minha, mas nos últimos dois anos as promoções de livros multiplicaram-se. Actualmente comprar um livro quando sai só se for mesmo um livro que se queira muito ler. Mesmo estes trazem, muitas vezes, outro de oferta o que compensa.
Longe vão os tempos em que as promoções eram quase todas para livros mais antigos, hoje qualquer livro mais recente tem um promo alguns meses depois de sair.
Quem tiver dinheiro é de aproveitar... embora com tantas muitas vezes seja difícil gerir prioridades.
sábado, 17 de maio de 2014
Academia de Vampiros
Se a J. K. Rowling e a Stephanie Meyer tivessem um filho o resultado seria este filme adaptado do livro com o mesmo nome.
A Academia de Vampiros tem uma virtude de ter uma heroína forte, decidida e que não fica à espera de ser salva exatamente como eu gosto.
De resto, o mundo desta historia até seria interessante se não fossem os habituais clichés deste estilo de livro iniciado com o twilight, os personagens são clichés e está tudo formatado no modelo americano de filmes para adolescentes.
Apesar de todos os defeitos este é um filme que se vê bem num dia em que queremos entretenimento puro e simples.
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