quinta-feira, 30 de julho de 2015

Happy Birthday Emily Brontë


Emily, é incrível que tenhas escrito apenas um livro e que este te tenha dado a imortalidade que muitos escritores não conseguem com dezenas de livros. É incrível que tenhas criado personagens tão humanas, com tantas falhas tendo em conta que pouco ou nada tenhas visto do mundo. É incrível que os temas dos livros continuem tão actuais como se tivesses escrito isto ontem. É incrível que tantos anos depois as pessoas ainda leiam o Monte dos Vendavais com o mesmo entusiasmo que leram quando saiu. E por fim não deixa de ser incrível que tantos anos depois quem lê continue a odiar ou a amar, curiosamente os dois sentimentos pilares do livro.   

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Comemorando os seis anos do blogue: Julho de 2012 e São Martinho do Porto


 
Em Julho de 2012 publiquei esta foto da praia de São Martinho do Porto. Uma praia muito bela tanto em dias de sol como em dias em que ameaça chuva como este. Como disse na altura, podiam-se escrever poemas perante tamanha beleza.



terça-feira, 28 de julho de 2015

Como pedir uma Janeite em Casamento ou uma bookworm já agora :D

O texto e fotos que se seguem foram retirados da página de Facebok Amantes de Jane Austen:
 
Meu marido me convidou para assistirmos uma série que ele queria ver muito chamada Person of Interest, E depois de muitos episódios e com um dos personagens bem Austen moderno chamado Harold Finch,mostra um flashback de quando ele noivou com uma moça chamada Grace. Meu queixo caiu no episódio S02 E21,quando ele a pede com aliança dentro do livro Razão e Sensibilidade. Ai meu marido: Pena que você já casou!


 
 
( sem dúvida uma ideia original, embora não goste muito da ideia de estragar o livro.) 
 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Empreendedorismo Literário

Desde que vi o filme Austenland que achei que havia ali uma bela ideia de negócio. Para quem não conhece o filme, eu explico, trata-se de um filme sobre uma grande admiradora de Jane Austen. No filme ela vai para uma casa na Inglaterra que recria o ambiente dos livros da Jane Austen. Não é que seja um grande filme, mas a ideia de existir um espaço onde se pode viver como nos tempos da Jane é aliciante para qualquer admirador da sua obra.
Tanto quanto sei não existe nada assim, o que existe é um parque temático inspirado nos livros do Charles Dickens, mas são épocas diferentes e um parque não é o mesmo que vemos no filme.
 
Meia volta vejo à venda casas que seriam perfeitas para imitar o que acontece no Austenland, como esta e pergunto-me sempre porque é que ninguém avança com o negócio. Seria inicialmente um grande investimento, mas dado o volume de fãs da Jane Austen rapidamente compensaria o investimento. Sim na noticia falam sobre as irmãs Bronte e para estas também se podia ter uma casa. Até podia-se fazer uma mistura. Quem não gostaria de tomar chá com o Rochester e dançar no baile com o Darcy? Ou perder-se nos moors com o Heathcliff? O problema é que a Charlote Bronte não gostava da Jane Austen e ainda podia dar uma de Cathy e vir durante a noite assombrar os clientes. E claro muita gente gosta mais das irmãs Bronte do que da Jane Austen e vice-versa. Mas pronto sempre me pareceu uma ideia excelente e sempre me perguntei porque é que ninguém avança com isso.


domingo, 26 de julho de 2015

Rotinas

Há uns dias uma amiga das andanças do artesanato queixava-se num email de cansaço. Era, segundo ela, um cansaço psicológico, próprio de quem viveu já uma boa parte da vida ( ela tem idade para ser minha mãe) e que tem quatro filhos, todos adultos, uma casa para cuidar e os problemas que vão surgindo que não matando vão moendo.
 
Perante aquelas palavras sinceras vindas de alguém que considero genuinamente bom ( há quem seja bom mas ela é genuinamente boa pois nunca pensa mal ou critica ninguém; e julgo que nunca desejou mal aos outros ou fez algo que pudesse prejudicar alguém)  a única coisa que pude fazer foi aconselhar a tirar algum tempo para si, a dar um passeio, ainda que fosse só até a uma esplanada à beira-mar e tentar quebrar um pouco rotina.
 
Aquilo que ela me disse não me surpreendeu ao longo dos anos tenho vindo a conhecer muitas mulheres casadas, umas jovens, outras mais velhas e quase todas tem em comum essa rotina familiar que as absorve. São mulheres que não sabem conversar sobre nada que não seja o marido e os filhos, raramente tem algum interesse em algo ( ler, ver uma série, praticar um desporto qualquer, etc). A vida delas termina e acaba na família.
Eu entendo que uma casa dê muito trabalho, os filhos, o marido, mas aquilo que mais desejo para o meu futuro se chegar a casar e a ter filhos é não viver absorvida por essa rotina. Quero continuar a ler, a ver as minhas séries e tantas outras coisas que gosto... até porque se não for assim não faz sentido, o marido e os filhos serão um complemento aquilo que sou e não algo que me vai anular enquanto mulher e ser humano.

sábado, 25 de julho de 2015

Comemorando os seis anos do blogue: Julho de 2013 e os Marretas

Os Marretas sempre engenhosos na forma como espalham as boas novas. O pequeno George já tem dois anos e uma irmãzinha.
Os Marretas vão voltar ao nosso convívio para Setembro. É isso mesmo para Setembro temos uma série com os Marretas.