segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Comemorando os seis anos do blogue: Agosto de 2013 e Once

Sem dúvida que Once é um dos meus filmes favoritos. A historia, as músicas, é tudo belo, agridoce e simplesmente inesquecível.

Aqui fica uma das muitas musicas.




e já agora o trailer para o filme:


domingo, 16 de agosto de 2015

Changing


 
- A verdade é que estou farto de que todas as mulheres com quem ando tentem mudar-me porque me querem semelhante à ideia de homem que têm na cabeça.
- Mudar não significa piorar.
- Contudo, nunca senti necessidade de as mudar a elas. Para mim as pessoas estão bem assim.
- Está certo, para a maneira como tu vives as relações...
 - O que queres dizer?
-  Não sentes necessidade de mudar a outra pessoa não porque a respeites, mas pelo mesmos motivos que ninguém quer pintar de novo ou modificar a decoração dum quarto de hotel. Nem sequer vive ali, uns dias depois volta para casa.
Olhou-me nos olhos, com um olhar rendido.
 
 
 
in As Primeiras Luzes da Manhã de Fábio Volo   
 
( dá vontade de citar muita coisa deste livro, mas esta parte da mudança pareceu-me do mais acertado que li em muito tempo)

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

By the Sea

O filme que junta Angelina Jolie Pitt e o seu marido Brad Pitt, o argumento e a realização é da Angelina. Parece-me ser bom e até já li que era forte candidato aos óscares. Será que é desta que o Brad ganha???


quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Literatura e género


As good as it gets



Há dias no meu feed do facebook uma página de livros partilhou um vídeo onde Emma Mars revelava ser na realidade um homem. Para quem não conhece Emma Mars é autora de uma trilogia erótica, umas das muitas que foram publicadas no pós 50 Sombras de Grey.
Tradicionalmente as autoras destes livros e dos romances mais rosas que andam para aí são mulheres. Mas há quem diga que muitas são na realidade homens que se escondem atrás de um pseudónimo feminino. Se é verdade ou mito urbano, não sei dizer. O que eu sei é que há uns anos li um artigo em que se dizia que as pessoas não achavam que os homens escrevessem sentimentos tao bem como as mulheres. O artigo mostrava mesmo excertos e quem lia punha à prova se seria escrito por um homem ou uma mulher.
Para mim, um bom escritor saberá criar boas personagens femininas e masculinas e falar de sentimentos independentemente de usar saias ou calças. Especialmente escritores contemporâneos. Se pensarmos nos mais antigos, num Dickens, por exemplo, onde as mulheres não são assim grandes personagens, excepto duas ou três, até perdoamos a falta de bons personagens femininos. Eram outros tempos e a interação entre homens e mulheres era limitada e muito diferente do que é hoje.
No livro que comecei a ler há uns dias,  As Primeiras Luzes da Manha de Fabio Volo, é escrito por um homem. Escrito na primeira pessoa e em tom confessional estão lá muitas coisa que uma mulher já sentiu em determinadas alturas da sua vida. Muita gente leria aquilo e pensava, só uma mulher pode escrever assim, mas aquilo é escrito por um homem.
No fundo, eu penso que existe também um certo preconceito e até estereótipos quando se fala sobre quem escreve melhor sobre isto ou aquilo.
 
Do outro lado da barricada está quem lê. Aqui também podemos dizer que determinados livros agradarão mais a homens e outros a mulheres. Mas também aqui há sempre exceções e dependendo da pessoa e daquilo que ela gosta o livro será melhor ou pior recebido.
Eu diria que um homem dificilmente gostaria de ler romances rosa, assim como eu não vou muito à bola com livros que metam muita politica. Arriscaria dizer que um homem podia gostar da serie Outlander, se calhar mais da serie de tv do que dos livros, apesar de ter alguma conotação com romance cor de rosa por causa do Jamie. Outra pessoa pode achar o contrário.
Em jeito de conclusão eu diria que o mais importante é partir para a leitura de mente aberta até pode ser um tema que não achamos que nos vai prender, mas ter outras coisas das quais vamos gostar.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Madrigal, em modo Cupido

Desde Março do ano passado que tenho colocado à venda os livros que li e não gostei no Marketplace da FNAC. Mais do que o dinheiro que ganho, que é muito pouco, tem sido uma forma de destralhar livros.
Há dias vendi mais um. Recebo sempre um email a informar que alguém quer comprar o livro, onde consta o nome de quem quer comprar e o livro que quer. Quando aprovei o pedido, vi que o nome do destinatário era diferente do nome do comprador. Dei por mim a sorrir para o computador pois percebi que um homem tinha comprado o livro e ia surpreender a sua cara-metade.
Os livros, por vezes, tem histórias próprias, são mais do que aquilo que têm nas suas páginas. Este meu livro vai ser uma prenda ou um gesto romântico entre duas pessoas que se amam. Em todo o caso senti-me feliz por ser uma espécie de cúmplice deste casal.


terça-feira, 11 de agosto de 2015

Comemorando os seis anos do blogue: Agosto de 2012 e Love is in the air

um dia destes vi um casal com uma menina ( não tinha mais de dois anos) a entrar no metro e assim que se sentaram trocaram um beijo apaixonado, mas daqueles apaixonados mesmo. Foi um momento romântico e bonito.
 
 
Um pequeno apontamento sobre uma coisa que vi em Agosto de 2012, às vezes é bom sermos testemunhas involuntárias do amor que une pessoas que não conhecemos.