sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Jane Eyre

Foi neste dia em 1847 que Charlote Bronte publicou Jane Eyre. Considero a Jane uma das melhores personagens femininas que conheço. O mulherio delira pelo Rochester, quem diria que tantos anos depois uma criação literária ainda criaria tanta admiração e paixão??


Comemorando os seis anos do blogue: Outubro de 2010 e diferentes estados de espirito

Um pequeno apontamento sobre a importância as escolhas musicais do filme, Eternal Sunshine of Spotless Mind: Dos estados de espírito

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Casar à moda do Love Actually

Andava eu aqui no youtube quando descobri este vídeo. Gostei, mas continuo a achar que gostava de ir a um casamento onde recriassem esta cena: O Tigre e a Neve


quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Historiadores, picuinhas is their middle name

Há uns meses quando estreou a série Wolf Hall ( adaptação do livro com o mesmo nome da autoria de Hilary Mantel sobre o Henrique VIII), li um artigo num jornal inglês em que os historiadores criticavam a escolha de uma das actrizes. Os historiadores diziam que ela era demasiado bonita para interpretar a sua personagem. Os produtores da série defendiam-se dizendo que a tinham escolhido pelo talento e não pela beleza. A bem da verdade uma actriz feia é algo tão raro como um nevão em Julho.
Este artigo lembrou-me que uma vez num programa de televisão da RTP, em que as pessoas falam sobre a programação da RTP ( o que está bem, o que está mal) falaram precisamente de séries históricas. Claro que os historiadores falavam do facto de uma série mostrar os personagens a fumar charutos numa altura em que tal ainda não acontecia.
 
Eu, que já vi muitas séries e filmes que retratam pessoas que existiram mesmo, acho parvo estas observações. Qualquer pessoa que veja um filme sobre o Henrique VIII ou outra pessoa importante da História e tenha um mínimo de inteligência sabe que está a ver um produto de ficção. Logo tudo aquilo que vê será sempre em parte adulterado a bem da ficção. Além disso muitos pontos são demasiados obscuros e os próprios historiadores tem as suas teorias sobre o que de facto aconteceu. O argumentista/escritor é, muitas vezes, obrigado a inventar.
 
De resto, os historiadores deviam relaxar mais e deixarem de ser picuinhas. Cada vez que vissem um filme ou serie histórica deviam fazer um drinking game. Sim, cada vez que vissem um erro, bebiam um golinho e no fim estariam mais alegres e felizes. Agora, não aconselho a que façam isso com a Reign é que neste caso concreto correm o risco de terminar o dia em coma alcoólico.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

The gift of imagination




Quando as pessoas falam sobre a Ana dos cabelos ruivos geralmente falam sempre sobre o facto dela falar pelos cotovelos. Como já escrevi por aqui a personagem é a minha preferida de sempre. São poucas as pessoas que falam sobre a imaginação dela. Para quem não se lembra ou não conhece, ela era uma criança cheia de imaginação e a seu modo usava essa imaginação para viver num mundo melhor.
 
Eu também sempre tive e tenho muita imaginação. Sempre achei que com o passar dos anos essa imaginação iria desvanecer e eventualmente desaparecer, mas não, continua tão activa como sempre.
Às vezes penso usa-la para um negócio em que daria ideias para as pessoas usarem. Como, por exemplo, vão conhecer os amigos do namorado e para quebrar o gelo quando perguntam: então tu é que és a namorada do António? Em vez da banal resposta: sim, dizer antes: não, eu apenas ando com ele pelo sexo ( sim esta foi inspirada no Pretty Woman que vi ontem à tarde) Ou então em vez de fazerem uma sessão fotográfica no campo com o mais que tudo, fazer num qualquer monumento. Sim eu sei que o campo é mais romântico, mas já toda a gente fez isso não é?
E eu podia continuar aqui o resto do dia, mas acho que já ficam com uma ideia das ideias que podiam usar. Infelizmente Portugal é um país onde se pensa pouco fora da caixa e por isso mesmo uma coisa assim estava votada ao fracasso. Contudo o mundo evolui e quem sabe um dia não há uma mudança e uma empresa de ideias pode ter sucesso? Da minha parte aguardo até porque me parece que até morrer a imaginação vai continuar tão activa como até aqui.



domingo, 11 de outubro de 2015

Falar à Puorto, carago*


Por acaso eu uso o morcom em sentido de atado, mas pronto estamos sempre a aprender :D

Creditos: IllustrART


* carago, não, carago

sábado, 10 de outubro de 2015

O livro de David Duchovny

Prestes a voltar ao pequeno ecrã com a série que lhe deu fama, David Duchovny, lança agora um livro. A julgar pelos episódios que escreveu para os Ficheiros Secretos não será nada de especial. A bem da verdade esses episódios até têm boas ideias, mas não são os melhores que a série nos deu. 
Mas mesmo assim tenho curiosidade e assim que puder vou ler.
Podem ver os detalhes do livro aqui: Vaca Sagrada