segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Sugestões para o Dia dos Namorados à la Madrigal

Amigos, estão tristes porque já percorreram os shoppings todos e não encontraram nada para oferecer amanhã? Ou o que encontraram era demasiado caro para os vossos poucos euros?? Não desesperem aqui a Madrigal dá-vos a solução.
Se forem homens, a minha sugestão é que agarrem numa folha de papel, daquelas bonitas e copiem, esta carta. Não importa que nao tenham lido o livro ou que nao entendam assim tanto de inglês. Confiem em mim que a carta é bela e qualquer mulher ia gostar de a receber.
 
Se forem mulheres, a sugestão é a esta: vistam a vossa melhor lingerie e façam uma dança sensual ao som desta música.
 
E pronto, amigos, coisas simples e económicas. Se a vossa cara metade não ficar derretido (a) então olhem talvez seja altura de mudarem de cara metade.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Flesh And Bone

Flesh and Bone tinha um trailer muito promissor, mas nem sempre os trailers promissores se traduzem em boas séries ou bons filmes.
Depois de no Verão ter visto e gostado muito de Mozart in the Jungle, sobre os bastidores de uma orquestra sinfónica, eis que agora vi e gostei muito de ver uma série sobre os bastidores de uma companhia de bailado.
Mas se Mozart in the Jungle é uma série divertida, Flesh and Bone é pesada.
Nunca fiz parte do mundo do ballet, mas sempre achei que era um mundo competitivo, onde ninguém era amigo de ninguém e sobretudo muito bichty. Não que outros mundos não sejam assim, mas aqui só uma pode ser a prima bailarina, ao passo que no mundo da representação há sempre pessoas a brilhar em papéis secundários.
Mas vamos por partes. Flesh and Bone é cru, por vezes até cruel, não é aquela série bonitinha e fofinha para se ver ao fim do dia. Alguns momentos são pesados. A começar pelo background da protagonista Claire, que dança e facilmente conquista um lugar de destaque na companhia de bailado. Temos também Kiira, pela idade ela começa a perder pontos para as mais novas e afoga-se em drogas da mesma forma que Mia se recusa a comer para manter a linha.
Ao longo de oito episódios vamos conhecendo melhor estas três personagens, embora o maior destaque seja para a Claire.
É uma pena que a série não volte para mais na próxima temporada pois eu gostaria de continuar a ver. Antes de terminar gostaria de deixar uma pequena nota sobre o Ben Daniels, um conhecido meu de outras séries e que aqui também brilha ( nesta série brilham todos). Ben interpreta um antigo bailarino, agora director artístico e achei curioso que ele se mova de uma forma tão leve como se dançasse. Não percebi porque é que ficou esquecido nas nomeações dos Globos de Ouro.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Comemorando seis anos de blogue: Fevereiro de 2010 e Gabourney Sibide

Em Fevereiro de 2010, falava de Gabourney Sibide. Na altura a expectativa era que ela não actuasse mais por causa do seu aspecto. Felizmente isso não aconteceu e Gabourney Sibide tem feito algumas coisas. Vi-a recentemente na série Empire e gostei.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Como pedir namoro

Já todos sabemos que se aproxima o dia dos Namorados e claro o amor está no ar. Hoje em dia pedir namoro, já quase não se usa. Mas se quiserem pedir alguém em namoro, inspirem-se nesta imagem:
 

ou se preferirem uma abordagem mais vintage, esta imagem é melhor:



terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Au Revoir Downton Abbey!

Não posso dizer que Downton Abbey era a minha série preferida, mas foi uma série que gostei muito de ver.
O maior mérito desta série foi conseguir cativar o público que habitualmente não vê séries de época. Mas daí a ser a melhor dentro do género vai uma grande distância. A popularidade acabou por ser uma faca de dois gumes, se por um lado deu a conhecer outro tipo de série a quem vê séries por outro fez com que durasse para lá do desejado.
 
Com o prolongar vieram naturalmente muitos plots que nada acrescentaram à história. Em muitos momentos alguns personagens podiam ter saído e dado lugar a novos. Isso aconteceu a alguns mas o grosso dos personagens manteve-se.
 
Nunca gostei da Lady Mary e continuo a não gostar. A principio não ia muito à bola com a Lady Edith. Mas o personagem foi crescendo na minha consideração. Penso que foi o personagem que mais evoluiu. Edith era o patinho feio das três irmãs e poucas ou nenhumas oportunidades teve ao longo da série para ser feliz, ao contrário de Mary que vários pretendentes. No fim, apareceu um verdadeiro príncipe para Edith e todos os anos de infelicidade foram compensados. Mary também casou, mas foi pela Edith que fiquei verdadeiramente feliz. Voltarei certamente a Downton Abbey, afinal apesar de tudo é uma série que tem lugar antes, durante e depois da Primeira Guerra Mundial e se há década na qual eu gostava de ter vivido era essa.