quarta-feira, 16 de março de 2016

segunda-feira, 14 de março de 2016

domingo, 13 de março de 2016

Quando percebes que tens MESMO de ler um livro

Já tinha me cruzado com o livro da Helena Vasconcelos por aí. Penso até que cheguei a falar dele aqui. É um livro inspirado na obra de Jane Austen, claro que vou ler.

Mas ao ler este post no site da Quetzal percebi que tenho MESMO que ler :D

Aqui ficam os dois trechos que gostei mais:



Assim que comecei a ler este livro senti que ele era uma carta de amor à literatura, e também uma carta de amor a Jane Austen. Uma carta de amor é uma celebração e uma forma de prestar tributo ao outro, de dizer ao outro que se ama que os nossos dias não seriam os mesmos sem ele ou ela ou aquilo. Que a teia de encontros que a vida sempre é se alimenta muito particularmente daquele encontro.
 
 
Penso que Jane Austen padece, ainda, bastante, desse epíteto de pessoa que não é bem deste mundo. E não é deste mundo porque não se entende como é que uma pessoa que não está imiscuída no corpo do mundo (no sexo, no casamento, nos filhos) saiba tanto do mundo, possa escrever tão exemplarmente sobre o funcionamento da máquina complexa que é o mundo.

sábado, 12 de março de 2016

Artists

“I don’t enjoy observing people as much as I used to. Everyone acts like they’re on stage. People used to come to The Village sheepishly. Nobody was sure if they belonged. We didn’t know if we were artists. These days everyone walks around like they’re contributing something. There’s no angst anymore. There’s too much certainty. And that’s a shame. Because all the best art comes from people who feel like they don’t belong. Art is a way of proving your existence. Wh...en I was a young man, a person that I respected told me that I was an artist. It was one of the worst things that could have happened to me. I stopped walking into museums or galleries with a sense of awe. I walked in feeling like an ‘artist.’ My arms would be crossed. If I liked a piece, it was ‘good.’ If I didn’t like a piece, it was ‘bad.’ I didn't feel vulnerable anymore. I lost my humility. And that’s when growth stops.”
 
 
 
do facebook Humans of New York

sexta-feira, 11 de março de 2016

A importância do nome

Escolher o nome é importante e nem sempre fácil. E para ajudar aqui fica o link para uma lista dos nomes em que se constatou que os miúdos eram mais mal comportados: lista
 
( Muita gente pode não atribuir valor a isto, mas eu dou, já conheci algumas pessoas que tinham o mesmo nome e tinham algumas características comuns)