sábado, 23 de abril de 2016

Como seria uma peça de Shakespeare se tu lhe desses o nome???

 
 
No meu caso seria: Postmodern, As You Like it, in Space. Portanto já sabem quando pudermos fazer coisas no espaço, esse vai ser o nome da minha peça de teatro.
( Preferia mil vezes que tivesse sido o Much Ado About Nothing, pois além de adorar o enredo dessa peça, adoro também a expressão e utilizo-a muitas vezes.
Sabiam que hoje é Dia Mundial do Livro, porque é a data da morte do Shakespeare? )



sexta-feira, 22 de abril de 2016

Os Homens são de Marte e é para lá que eu vou

O título deste post é de um filme brasileiro. É uma comédia romântica, bem engraçada e gira. Foi sem dúvida das melhores que vi nos últimos tempos.
Para quem tem NOS e o canal da Globo pode ver amanhã à noite depois das novelas. Quem não tem NOS ou tem coisas mais importantes para fazer do ficar em casa a ver filmes, pode sempre ver o filme aqui.

Para quem não conhece fica aqui o trailer:


quinta-feira, 21 de abril de 2016

Happy Birthday Charlotte Brontë

E neste dia que se celebram 200 anos do nascimento de Charlotte Brontë aqui fica uma citação da sua melhor obra, Jane Eyre.

 

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Dá que pensar

Quem conhece a página do Facebook Humans of New York, sabe que diariamente são partilhadas pequenas histórias. Algumas aquecem o coração, outras são bastantes tristes e algumas são até inspiradoras.
Não raras vezes também dão o que pensar, é o caso desta. Realmente o álcool altera as pessoas e a forma como se relacionam com os outros e desinibe comportamentos. Contudo neste caso em particular, penso que a pessoa que bebia seria aos olhos de quem testemunhou para o Humans of New York, muito mais interessante da pessoa real ou da pessoa que apareceu quando decidiu deixar de beber.
 
 
“Honestly, I liked her more when she was drinking. She was a very high-functioning alcoholic. She was spontaneous. We’d do unplanned, crazy shit like drive to the ocean and look at whales. But once she got sober, all of that went away, and ritual became very important to her. You couldn’t talk to her for an hour without hearing a mantra from AA. And she got very Catholic. She started celebrating religious holidays and going to talks. I tried to participate. I even we...nt on this trip to Spain where we followed the path of a saint. Everyone in the tour group seemed to be so inspired. We’d stop at these small churches and everyone would contemplate and pray. She was happy. She’d say things like: ‘This feels so real to me.’ But I didn’t feel it. It’s not that I felt disdain. I wanted to feel it. I just couldn’t. I knew then that our connection had been frayed. Because so much of travel is sharing an experience. And we weren’t sharing the same experience anymore.”
 
 

segunda-feira, 18 de abril de 2016

A lógica da batata...

Há uns meses inscrevi-me numa empresa de estudos de mercado. Para quem não sabe são empresas onde as pessoas vão a uma reunião e dão a sua opinião sobre produtos que vão ser lançados para o mercado. Perde-se uma manha ou tarde e ganha-se um miminho, um cheque de compras para as lojas Sonae...
 
Já me ligaram várias vezes, mas entre serem reuniões para coisas que não uso ou coisas que não uso, ainda não fui a nenhuma reunião. Numa das últimas vezes perguntaram antes de mais nada se estava desempregada. Eu disse que sim. E prontamente responderam que voltariam a contactar quando o cliente não fizesse questão que as pessoas estivessem empregadas.
 
Já é a segunda vez que isto acontece. Na primeira vez era para ir a um restaurante. Não disseram mas julgo que seria para degustar algum prato, menu ou assim. E como me disseram qual era, é sitio onde não tenciono pôr os pés.
Eu não percebo porque é que não querem pessoas desempregadas. Estamos a falar de experimentar coisas, não estamos a falar de comprar. E depois quem garante a esta gente que as pessoas vão, gostam e voltam?? Ninguém. Eu até posso dizer a toda a gente que o café xpto é excelente mas isso não significa que quem me conhece vá ter a mesma opinião.
Eu também ouço maravilhas disto ou daquilo e muitas vezes quando experimento não acho nada de especial.
 
Dizem os entendidos que o mais difícil num negócio é fidelizar o cliente e têm razão. Há primeira vamos todos, na segunda vai quem quer.
 

domingo, 17 de abril de 2016