segunda-feira, 18 de julho de 2016

domingo, 17 de julho de 2016

Uma Morte Súbita de J.K. Rowling

Nunca li os livros do Harry Potter e muito honestamente nunca os vou ler. Não sou fã do género. Vi os filmes e até não desgostei.
Este livro foi adaptado para televisão, vi a série, mas não fiquei muito convencida. Se me decidi ler o livro foi porque já o tinha comprado. E se decidi ver a série foi porque tinha curiosidade de ver algo vindo de alguém que durante tantos anos alimentara um mundo de fantasia.
 
A história começa com a morte de Barry Fairbrother e o rebuliço que o lugar, agora vago, causa na assembleia municipal. A vida em Pagford é pacata e todos são mais ou menos ricos, mas nódoa negra que representa Fields é uma dor de cabeça. Fields é o local onde vive quem é pobre e das ajudas do estado.
Pagford luta há anos para se livrar dessa parte da cidade e recambiar a sua jurisdição para a vizinha Yarvil.
 
Ler um livro destes é conhecer os habitantes, nas suas excentricidades, particularidades e sobretudo rivalidades, tão típicas de qualquer pequena cidade seja aqui seja em Inglaterra.
 
Não posso dizer que o livro me fascinou, mas posso vos dizer que gostei bastante da escrita e sobretudo da capacidade narrativa da J.K. Rowling e talvez venha a ler o que ela escrever no futuro, desde que não seja passado em terras com seres mágicos.

 

terça-feira, 12 de julho de 2016

a escolha era um perigo: ao escolher, tínhamos de renunciar a todas as outras possibilidades.


Uma Morte Súbita de J.K. Rowling






 

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Expetativa Vs Realidade

Vendo estas imagens percebe-se que a realidade e a expetativa são claramente diferentes. Há que saber gerir as expectativas. Sendo tia sei que é assim mesmo. E por isso,  um dia quando for mãe isso vai me ajudar a adaptar e a gerir as expectativas.












domingo, 10 de julho de 2016

O amor é uma companhia

O amor é uma companhia.
Já não sei andar só pelos caminhos, ...
Porque já não posso andar só.
Um pensamento visível faz-me andar mais depressa
E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo.
Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo.
E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar.

Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.
Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.
Todo eu sou qualquer força que me abandona.
Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.


Álvaro de Campos