sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Cinema e Livros

Antigamente quando eu lia algures que o filme X era adaptado de um livro tentava encontra-lo e quase sempre comprava. Foi assim com o Fim da Aventura de Graham Greene, por exemplo. Eram outros tempos e eu sabia que só os bons livros iam para o cinema. Hoje qualquer livro que chegue aos tops acaba inevitavelmente no cinema. Por isso mesmo já não faço isso há muito tempo. Embora admita que muitas vezes o filme acaba por me chamar a atenção para o livro. Sei que muitos livros bons ainda continuam a chegar ao cinema.
 
Ao ler esta entrevista com Carlos Ruiz Zafon achei interessante a perspectiva dele. E tiro-lhe o meu chapéu dado o sucesso dos seus livros deve ter sido muito assediado para vender os direitos. Quanto a mim ainda não li esta tetralogia, mas quem sabe 2017 não é o ano para isso?  

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

É por esta e por outras que eu gosto de estudar línguas

Eu tenho um certo fascínio e gosto por línguas. Acho sempre piada a saber como se diz e principalmente como soam as palavras.
Apesar disso nunca fui à bola com o francês... Mas desde a semana passada que estou a fazer uma formação... É sempre uma mais valia para o currículo. Ontem falamos em despedidas e por lá dizem Je t'embrasse. É o equivalente a dizer beijinhos. A palavra lembra-me o inglês embrace. E vai daí acho que sempre que vir esta palavra, vou pensar que é  são não apenas beijinhos que ali vão, são também abraços...



 

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Luck

Tive uma professora de Inglês, num curso que fiz, que punha nos testes algo como: não te desejo sorte porque a sorte não tem nada a ver com isto.
É verdade que uma boa nota num teste está relacionada com o facto de estudarmos ou não ou da compreensão/conhecimento da matéria...
 
No entanto não deixa de ser verdade que a sorte tem o seu papel. Quantos de nós já não estudamos coisas que não saíram? Ou então sai aquela matéria que não entra e cuja lógica é oposta ao que pensamos? É aqui que entra o factor sorte. Se houver um pouco de sorte essa matéria que não se domina tão bem não sai. Pessoalmente acho que a sorte está muitas vezes presente em muitas coisas, mas convém não dar um valor exagerado. Podemos deixar de achar que é tudo uma questão de sorte e deixarmos de trabalhar para as coisas. Mas também convém ver que muitas vezes o esforço não vai ser compensado.

 

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Mais uma amiga que lança um livro!

Depois da Memória da Chuva da Sandra Freitas, eis que tenho o prazer de partilhar convosco o No Tempo das Mimosas da Eva Maria Valério de Sousa. Podem ver os pormenores aqui: livro
 
Eu sei que poesia não é para toda a gente, mas a Eva é boa moça e merece que o livro seja um sucesso. Porque não apostar em algo diferente? Estará à venda a partir de 10 de Dezembro mesmo a tempo do Natal ou mais tarde do dia dos Namorados...

domingo, 13 de novembro de 2016

O Bebé de Bridget Jones







É uma verdade universalmente conhecida que adoro a Bridget Jones. Mas para ser honesta para mim a história ficava pelo primeiro livro e filme.
Não sou a favor de sequelas, nunca fui, mas claro que é sempre bom rever os personagens.
 
Começando por ai, o Daniel Clever (Hugh Grant)não aparece, mas comédia romântica que se preze tem que ter um triangulo amoroso. Portanto o Daniel é substituído pelo Jack, interpretado pelo Patrick Dempsey.
É verdade que nem o Hugh Grant, nem o Patrick Dempsey são grandes actores, mas o Hugh tem aquele charme de bad boy incorrigível, que não queremos na nossa vida, mas que no fundo adoramos. Logo sempre foi perfeito como Daniel Clever. Já Patrick Dempsey tem um personagem demasiado bonzinho, demasiado perfeito até, para ser credível.
 
As aventuras de Bridget são sempre divertidas e cómicas. Mas desta vez pareceu-me que não houve grandes momentos de comédia ou até momentos que ficam na memoria.
 
Para terminar ou em jeito de resumo, este filme é como rever um conhecido que não vemos há muito tempo. Ficamos a saber o que lhe aconteceu nos anos que passaram, ficamos contentes com este ou aquele acontecimento e lamentamos alguma perda. Sabe bem rever a Bridget, mas se isso não acontecesse não se perdia nada.


 

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Estranhas Coincidências

Ontem lembrei-me de uma coisa que uma amiga me contou. Foi nos anos 90 a propósito de um namorado que teve na altura. Hoje vi um rapaz que acho que era ele. Não sei se era ou não pois desde os anos 90 que não o vejo...
 
Há uns meses aconteceu-me parecido: lembrei-me de uma colega minha e uns dias depois vi-a.
 
Em ambos os casos, as pessoas estavam paradas e eu passei no autocarro.
 
Há qualquer coisa de estranho nisto e que eu não saberia explicar.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Para ler e reflectir

Estava agora a passar os olhos pelo meu feed do facebook quando me deparei com isto: Why We Lose Interest In People Who Show Too Much Interest In Us. 
 
Li e realmente há qualquer coisa de verdade naquilo que é dito. Quase todos já verificamos que quando não mostramos interesse a pessoa parece se interessar ainda mais. Os motivos saõ explicados no artigo. O interessante disto tudo é o perder interesse se há muito interesse porque é que tem de ser assim? Mas creio que já todos vimos isso acontecer. Pessoalmente se não tenho interesse deixo o mais claro possível e se tenho também tento que notem. Não sei se em muitos casos foi/irá ser eficaz. Mas não acho que fingir indiferença por quem nos atrai seja bom ou até correcto.