terça-feira, 3 de janeiro de 2017

a pipoca, o arrumadinho e o direito à privacidade

Ontem quando fazia a minha habitual ronda pelos blogues que costumo ler, deparei-me com um post em que alguém falava da suposta separação da pipoca mais doce do marido.
O engraçado era que como nenhum dos dois fala do assunto nos respectivos blogues, as pessoas começaram a perguntar à blogger em causa se ela não ia falar.
 
Eu não sou fã da pipoca mais doce, sigo o blogue dela no facebook e por vezes quando o assunto me interessa vejo o post. Muito honestamente nunca achei o blogue nada demais, sempre achei mais um. Mas reconheço o mérito de quem trabalhou para levar o blogue a um lugar de destaque e de rentabiliza-lo a ponto de viver dele.
 
Depois do post no tal blogue fui ver o facebook e tentar perceber se realmente tinha havido separação ou não. E eis que me deparo com um comentário onde perguntavam se tinha havido divorcio. E quando alguém responde dizendo que isso era assunto privado, a primeira pessoa diz que não que deviam falar...
 
Eu não sei o que se passa na cabeça das pessoas, mas honestamente nunca achei que a pipoca se expusesse muito da sua vida pessoal. E sempre achei que quando o faz não vai além daquilo que eu entendo como conversas de café ou seja nada de muito intimo.
 
Mas parece que as pessoas acham que conhecem a vida dela toda e quem diz dela diz de outros bloggers que falam de assuntos mais pessoais. E por isso sentem-se no direito de perguntar. Querem saber. O que as pessoas parecem se esquecer é o que está no blogue é uma parte da vida, nunca a totalidade. Até porque a pessoa partilha o que quer. Pode dizer que esteve ontem no restaurante X ou pode simplesmente falar do estado do tempo. Por isso achar que se conhece a pessoa e a sua vida é errado. Mas mais errado parece-me esta ideia de se acharem no direito de saber mais do que aquilo que as pessoas querem dizer.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

O que é que a Madrigal vai ler em 2017

Aqui fica a listagem de livros a ler em 2017 e os respectivos prognósticos.
 
 
O Tempo entre Costuras de Maria Duenas - Não tive tempo de ler no ano passado, por isso veio para a lista deste ano.
 
 
As Travessuras da Menina Má de Mario Vargas Llosa - Tal como o anterior também este transita do ano passado.
 
 
No Tempo das Mimosas de Eva Maria Valério de Sousa - Tenho que ler o livro da minha amiga não é?
 
 
Em busca do verdadeiro amor de William Nicholson - foi uma prenda, não conheço e nunca ouvi falar, vai ser um verdadeiro blind date.
 
 
Viver depois de ti de Jojo Moyes - Adorei o filme, por isso vou adorar ler o livro.
 
 
Nós os dois de Andy Jones - Comprei porque gostei da sinopse, a ver como corre este tiro no escuro.
 
 
O Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry - Parece incrível mas nunca li.
 
 
O caso Jane Eyre de Jasper Fforde - Um detective que entra nos livros para compor a história, parece-me promissor.
 
A Morgadinha dos Canaviais de Júlio Dinis- dizem que o nosso Júlio é parecido com a Jane Austen, a ver vamos.
 
 
Cem Anos de Solidão de Gabriel Garcia Márquez- Em 2015 li o Amor em Tempos de Colera e adorei, espero gostar deste tanto como do outro.
 
 
O Desejo de Safo - poesia faz sempre bem à alma.
 
 
Memórias de uma Gueixa de Arthur Golden- Gosto muito do filme a ver como é o livro.
 
 
Gabriela, cravo e canela de Jorge Amado - vai ser a minha estreia com este escritor brasileiro.
 
 
Irmãs de Sangue & Um Fogo Eterno & Luz Efemera de Barbara & Stephanie Keating- uma trilogia que chamou a minha atenção e que agora vou ler.


 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Balanço Literário de 2016

2016 ficará para sempre na minha memória como um dos piores anos a nível literário.
 
Mas comecemos pelo principio, este ano terminou o meu clube do livro. Tive pena de terminar mas o projecto deixou de fazer sentido. Cada vez mais era difícil de encontrar livros que todas queriam ler. Foi uma experiencia maravilhosa e só posso agradecer a quem quis entrar no projeto. Guardo boas lembranças das leituras que fizemos, das particularidades na hora de falar do livro que cada uma trazia à discussão, etc.
 
A nível pessoal não li um único livro que me tivesse marcado ou que eu queira reler no futuro. Tive pena pois eu sinceramente gostava de ter gostado do Paciente Inglês, por exemplo. Mas não deu e quando não dá não há nada a fazer.
 
Por outro lado sinto-me orgulhosa pois consegui passar o ano sem comprar muitos livros, comprei poucos e os que comprei li-os quase depois de os comprar, o que evitou acumulações à lista para ler.
 
Outra boa coisa foi ter feito uma lista de leitura e ter conseguido ler quase tudo. Revelou-se uma boa estratégia e que certamente vou manter este ano. Passem por cá no inicio do ano para ver a lista e para conhecerem os meus prognósticos.
 
A todos os que leem este blogue, o meu obrigado por estarem desse lado e desejo a todos um excelente ano de 2017, com muitos livros e melhores leituras.
 
 

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Merry Christimas

Meus queridos leitores, a todos um feliz natal e ouçam esta música para entrarem no espirito!

sábado, 17 de dezembro de 2016

Boas Publicidades

Há alguns anúncios que ainda me fazem sorrir e aquecem o coração, é o caso deste: Tous

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

O problema do Whatsapp

Desde que instalei o whataspp que falo regularmente com várias pessoas amigas. É uma ferramenta útil e excelente para falar com quem vai se ausentar do país. Como é o caso da minha amiga R.
Hoje recebi uma mensagem de uma amiga a dizer que a partir de Janeiro o serviço ia deixar de funcionar no telemóvel dela, pois é antigo. Achei um bocado injusto. Eu sei que é grátis e que a tecnologia avança... Mas começo sempre a pensar que estamos tão dependentes da tecnologia e como querem que compremos mais e assim que nos fazem modernizar. Neste caso a minha amiga diz que o telemóvel funciona bem e não vai comprar outro só porque sim.