sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Anos 80: À Queima-Roupa

O canal Foxlife não é canal do qual eu goste, além de ter poucas séries que me interessam, apostam demasiadas vezes em séries que terminar abruptamente a meio da segunda ou mesmo primeira temporada. Claro que se são séries que começam agora ninguém adivinha que serão canceladas, mas muitas séries já são de 2006,2007 por isso sabe-se que terminam sem terem um fim, o que é muito frustante.
Todas as vezes que vi a promoção - diga-se é muito fraquinha - à série Anos 80: À Queima-Roupa, tive a estranha sensação que já tinha visto em algum lado a mulher que aparecia. Decidi ver e assim descobrir o nome dela para pesquisar no IMDB. Lá consegui ver quem era a senhora e fiquei colada ao ecrã com esta nova série.
Ashes to Ashes, no original é uma verdadeira lufada de ar fresco, a série em questão é inglesa. Pessoalmente canso-me de ver na Tv tantas séries americanas e poucas inglesas, sei que em terras de sua Majestade, as séries costumam ter qualidade e não ficam a dever às americanas, contudo poucas são as que chegam cá.
A história é uma mistura de policial com ficção cientifica e uma pitada de comédia romântica. Estamos em 2008, Alex Drake, inspectora da policia, leva a filha à escola, quando é chamada. Um homem tem uma mulher refém e quer falar com ela. Após alguma tensão e negociação, o homem acaba por libertar a refém e fugir. Mais tarde ao entrar no carro, Alex é novamente abordada pelo o homem, que a faz refém, levando-a para um sítito isolado. O homem acaba por lhe dar um tiro. Quando acorda Alex não está no hospital, está vestida de uma forma estranha e está em 1981. Levada para a esquadra, Alex descobre que é a inspectora que Gene Hunt e os seus colegas têm estado à espera. A vida não é fácil para Alex, tem de descobrir como voltar para casa, tem de lidar com a falta de meios daqueles dias, a maquilhagem e roupa horrorosa e como tudo isto não bastasse ainda tem de lidar com o machismos dos seus colegas e o não muito fácil de lidar Gene Hunt.
Esta série, como disse é uma lufada de ar fresco, principalmente numa altura em que nas séries de polícias e ladrões, conseguem descobrir o criminoso, porque este espirrou no local do crime. Aqui não há ADN, telemóveis, computadores com bases de dados de criminosos, etc, etc. É tudo feito à moda antiga, temperado com música daquela época e que bem sabe ver uma série assim! Amanhã serão transmitidos os 3 primeiros episódios, a partir das 21h25m. Aqui ficam dois trailers:






quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Não gostar de António Lobo Antunes

Há uns anos vi uma entrevista com o António Lobo Antunes e fiquei absolutamente fascinada por ele, tanto que fui comprando os seus livros e até fui a uma sessão de autografos no já distante ano de 2004. Antes da sessão propriamente dita, o Lobo Antunes falou e respondeu a algumas perguntas, fiquei ainda mais fascinada e de sorriso nos lábios, quando ele ao autografar os livros não o fazia de uma forma mecânica e sim demorada, olhando os livros, com certeza devia de querer apreciar as capas já que eram edições e livros diferentes.
Contudo até à data ainda não li nada, vou adiando de dia para dia, de mês para mês, de ano para ano... No fundo porque tenho receio de me desiludir, é um bocado como estar apaixonada por um amigo e temer perder essa amizade por o amor não ser correspondido.
Em blogs, foruns encontro muitas acusações a Lobo Antunes, que é arrogante, convencido, vaidoso e todas aquelas coisas simpáticas que se dizem de alguém de quem não se gosta.
Além disso existem ainda acusações que ditam que os livros dele não prestam, alguns ainda reconhecem o mérito de um ou outro livro, mas se Lobo Antunes se tivesse dedicado à psiquiatria é que tinha feito um bem à sociedade.
Reconheço que nós, seres humanos, na nossa diversidade gostamos de coisas diferentes e se eu deliro a ouvir o grupo X, isso não significa que o meu vizinho também goste. Mas no caso do Lobo Antunes tanta má língua, tantas acusações faz-me pensar noutra coisa: a famosa dor de cotovelo que tanta gente parece sofrer.
Possivelmente, e aqui baseio-me em opiniões que já li, a escrita de Lobo Antunes, não será muito fácil e logo exigirá um esforço maior, não será concerteza o indicado para a ler no comboio, no percurso casa - escola ou trabalho. Daí uma primeira tentativa resultará em frustação e ao inevitável abandono do livro. Isto até podia ser verdade para um outro autor, mas lembrem-se que estamos a falar de Lobo Antunes cuja a fama de ser arrogante o procede e é português. Todos sabemos que encontramos mais facilmente pessoas que leram a obra toda de um qualquer escritor estrangeiro a terem lido sequer um livro de um escritor português. Assim, está em causa um certa arrogância por parte do leitor e um certo embarasso em admitir uma verdade simples: não consigo entender este gajo, bem podia ter ido plantar batatas a escrever livros. É por isso que acho que no fundo existe aqui uma dor de cotovelo, eu não consigo gostar então o problema não está em mim mas nele e a isso acrescenta-se o velho adágio, é português, não presta, etc, etc.
Acredito que não há melhor qualidade do que admitir que não somos capazes, mas infelizmente os portugueses não são assim. Em vez de admitirem as suas limitações gostam é de atirar pedras...

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Nostalgia

não gosto nada da animação 3d, o que eu gosto mesmo é de bonecos coloridos, que mexem e são malucos. :) A melhor versão do Conto de Natal do Charles Dickens foi feita pelos Marretas. Também gosto da animação 2d, mas 3d não. Por isso aqui fica o génerico inicial dos Marretas.



terça-feira, 13 de outubro de 2009

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Match Point

Ontem, a Sic anunciava este filme para as 23horas. Embora o horário entrasse em conflito com o horário da série Pedro e Inês, fiquei contente por ver um bom filme num horário decente. Como ontem a minha série só seria transmitida perto da meia-noite, pensei em ver o principio do filme. Não começou às onze e quando voltei a ligar às onze e meia ainda se discutia politica. Vi então o Pedro e Inês e perto da uma hora voltei a mudar e ainda se discutia politica. Não sei se o filme chegou a ser transmitido, mas se não foi, acredito que quem estava à espera de ver ficou desiludido....

domingo, 11 de outubro de 2009

a campanha da Vodafone

A Vodafone é a minha rede, mas sinceramente não consigo entender as suas politicas comerciais. Não gostei muito da sua nova campanha publicitária, mas gostos não se discutem. Li aqui que não tencionam traduzir o lema para o português porque é de díficil tradução, perde-se o sentido, etc. Eu sei que cada vez mais utilizamos expressões em inglês e parece que esta língua domina o mundo. Agora não atirem areia para os olhos dos clientes e público em geral dizendo estas barbaridades sobre a tradução dificil... Há de facto expressões inglesas complicadas de traduzir mas esta não é uma delas...

sábado, 10 de outubro de 2009

Mostra de obra de pessoas que não sabem desenhar

não preciso de ir ver isto para comprovar o óbvio, eu sou a prova viva que há pessoas que não sabem desenhar e não ao contrário do que muita gente pensa as aulas de educação visual não ensinam ninguém a desenhar, é um talento que nasce com a pessoa...