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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Jane Eyre

Foi neste dia em 1847 que Charlote Bronte publicou Jane Eyre. Considero a Jane uma das melhores personagens femininas que conheço. O mulherio delira pelo Rochester, quem diria que tantos anos depois uma criação literária ainda criaria tanta admiração e paixão??


sexta-feira, 22 de abril de 2011

Jane Eyre 2011

 
 
 
 
 
( isto é capaz de ter alguns spoilers, por isso se não gostarem disso, por favor não leiam :) )

Posso-vos dizer que já vi a minha quota de adaptações deste livro, comecei pela versão de 1944, ainda a preto e branco, num dia que a mesma passou na RTP Memória. Ainda não tinham passado quinze minutos e já estava a torcer para que a Jane se livrasse daquela tia malvada o que acontece a seguir quando ela parte para Lowood. Orson Welles, que fazia de Rochester conseguia ser aquilo que o livro descrevia. Seguiu-se a leitura do livro, a série de 2006, a minha preferida, e ainda a versão de 1983 ( série da BBC), o filme de 1996, do qual a Clara falou hoje e a minha opinião é igual à dela e como não podia deixar de ser vi ainda uma outra onde o Ciarian Hinds fazia de Rochester.

à parte disso ouvi um musical feito em Los Angels que mais tarde chegou à Broadway, com muita pena minha só se consegue arranjar o audio, sem qualquer imagem.

Como podem ver, a minha lista é longa, embora esteja longe de estar completa e já podem perceber que eu adoro a Jane Eyre. Contudo, quando ouvi falar desta adaptação para aí em 2008, não puder deixar de pensar que haviam outros livros de outros autores que mereciam também ser dados a conhecer ao público. Pessoalmente, vejo as adaptações como uma forma de chegar a um público mais vasto e assim dar a conhecer livros que de outra forma possivelmente não conheceríamos.

Em 2008, a versão de 2006 estava ainda muito fresca na minha memória e eu achei desnecessário que outra viesse tomar-lhe o lugar. Mas o tempo passou e já estamos em 2011, o ano de estreia.

O elenco foi sendo conhecido e eu só torcia o nariz, eu tinha gostado da Mia no Alice no País das Maravilhas, mas não gostara nada do Michael Fassbender em Aquário, fiquei a pensar que realmente o filme não seria grande coisa, dos outros atores, pouco ou nada conhecia, por isso não tinha certeza que aquilo ia correr bem, apenas Judi Dench, que faz de Mrs. Fairfaz era uma velha conhecida, mas o papel é quase insignificante e um bom actor raramente consegue sozinho fazer um bom filme. Veio o trailer, alguns clipes e o meu julgamento foi severo, muito severo. Fassbender parecia-se demasiado com o Toby Stephens, o look dos cenários também e até a cena a seguir ao fogo me parecia demasiado igual.

Mesmo com muitas reservas decide ir ver o filme.

Para mim fazia sentido fazê-lo hoje, porque neste dia nasceu a Charlotte Brontë que escreveu o livro, fazia sentido ver se a sua obra tinha sido honrada neste dia especial.

Como podem ver eu tinha poucas expectativas de gostar disto... Mas, acho que tenho que aprender a não julgar tão rapidamente ou pelo menos a dar mais vezes o beneficio da dúvida, porque a verdade é que gostei muito do filme, muito mais do que estava à espera.

Infelizmente quando entrei o filme já tinha começado embora fosse estivesse muito no inicio, vemos a Jane a andar perdida pelos Moors e não deixamos de sentir pena dela, ela chega então à casa da família Rivers e aos poucos vai-se lembrando do seu passado.

Não dei pelo tempo passar e não me senti minimamente aborrecida. Senti todas as emoções que devia de sentir, alegria, tristeza, até fiz fisgas para que a mulher de Rochester não estivesse no sotão e isso foi importante porque o que mais peço de uma adaptação, mas até do que fidelidade à obra, é fidelidade aos sentimentos que ela nos dá.

Mia e Fassbender estão longe de serem tão bons como a Ruth Wilson e Toby Stephens, mas ambos conseguem dar vida aos seus personagens, dar-lhes emoções, o Fassbender mais do que ela até. A química embora ténue está lá. Judi Dench bem pode esperar a nomeação para o Oscar, embora a Mrs Fairfaix seja um papel pequeno, pareceu-me alargado especialmente para ela e com cenas muito boas, em que o olhar dela disse tudo. De resto, os cenários ( temos tal como na versão de 2006 Haddon Hall como Thorfield), o guarda-roupa, a banda sonora a cargo de Dario Marianelli nosso conhecido por Orgulho e Preconceito 2005, são elementos que mais que embelezar ou decorar dão vida à obra.

Não será a versão perfeita, mas alguma vez alguém a conseguira fazer? Mas é certamente a versão que nos fará gostar ainda mais de Jane Eyre e de Charlotte Brontë, embora não seja a versão ideal para se conhecer a obra já que muitos elementos e alguns importantes a meu ver foram cortados, daí quem já tenha lido o livro perceba melhor o argumento.

Como é possível que tantos anos depois, ainda se possa sair do cinema com o coração cheio de felicidade porque eles ficaram juntos? Ou ter vertido umas lagrimazitas de tristeza e alegria em certos momentos? Não sei, mas sei que essa é a magia de Jane Eyre, cuja a estória continuará a encantar gerações. Obrigada Charlottë por teres escrito este livro, significa muito para mim.



( publicado ontem no Jane Austen Portugal)

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Em apenas dois minutos já encontrei dois erros de tradução, gaze não é espanto, é olhar fixamente e Ms não é o mesmo que Miss, isto para não falar no uso do inglês arcaico que já aqui tinha mencionado, mas esta gente tira os cursos de tradutor como? Por correspondência???


quarta-feira, 23 de março de 2011

e estando nós a mais ou menos um mês da estreia do filme Jane Eyre e eu já estou com os cabelos em pé, por causa das coisas aqui no nosso país. É certo que ainda antes de ver o trailer tinha expectativas bastante baixas, que foram confirmadas pelo trailer e pelos diversos clipes que já vi, mas nem é sobre isso que vos quero falar.
Comecemos pelas Publicações Europa América, que agarram no livro traduzido há milénios, uma tradução não muito boa e ainda por cima CORTADA colocam uma capa com o poster do filme e aqueles palermas da Castelo Lopes cederam a imagem, CEDERAM, a imagem para um livro que além de estar cortado, ainda tem a bela frase: obra INTEGRAL, que no dicionário deles deve ter significado diferente do meu. Se fosse eu dizia: queridos NOVA tradução ou não há cá imagens para inguém, mas eles nunca devem ter lido o livro.
Mas como isto não são tudo rosas, há também um idiota que ao escrever a sipnose, escreveu: Thornfield House, cá para mim deve ser fã da série  protagonizada pelo Hugh Laurie, é que a Charlotte Brontë, escreveu Thornfield HALL.
O melhor é ver o trailer legendado e perceber que o caramelo que fez isso deve ser apaixonado pelo Shakespeare, é que só assim se explica a forma como traduziu, filho se lês o meu blogue ficas a saber que o livro foi escrito em 1847 e nessa altura já os canomes não falavam assim, com tendes, vos e outros que tais.
Eu até percebo, que a Charlotte escreva de uma forma um pouco difícil e algo rebuscada até para os ingleses, MAS estamos em épocas DIFERENTES, queres que faça uma coleta para ires ao oftamologista?






sábado, 27 de junho de 2009

Et si tu n'existais pas - Joe Dassin

A combinação perfeita entre imagens da excelente série da BBC Jane Eyre e a música do Joe Dassin.