A RTP2 exibe hoje às 00h22m, o filme O Amante, trata-se da adaptação do livro com o mesmo nome de Marguerite Duras. Já vi este filme diversas vezes e li o livro, é certo que muita gente não gosta, talvez porque retrata a paixão e o amor de uma forma bastante crua e quem gosta de estórias lamechas, poderá não gostar. Para mim o melhor é quase no fim quando é dito: e então ele disse que continuava a amá-la como antes e que nada iria mudar isso. Haverá maior prova de amor?
Leiam aqui uma sipnose do filme no site da RTP2. Este é um daqueles casos que é melhor ver primeiro o filme, porque isso facilita a leitura do livro, que já aviso não ser fácil.
Para encerrar esta semana de dança nada melhor que rever o fim do Dirty Dancing e ver o Patrick Swayze, afinal ele é que foi o impulsionador desta minha paixão pela dança...
Pois é acontece a todas as mulheres terem momentos à la Bridget Jones. O meu foi este, exactamente igual a quando o Cleaver lhe diz que não se escreve assim uma palavra qualquer. A minha memória falha neste momento, já li o livro há uns bons anos. Eu até agradeço a correcção e as ditas palavras já foram devidamente corrigidas, com a agravante de as escrever 100 vezes, como na escola primária. Posto isto só me resta dizer como a Amanda Price: never mind the Bingley, bring up the Darcy.
P.S: Não fiquei ofendida com o reparo, e para prová-lo fiz este post. Se escrevi desta forma, é porque eu tenho um sentido de humor diferente, é negro como a noite...
eu confesso: nunca vi o Pulp fiction e nenhum dos filmes do Tarantino. Mas esta cena já foi tantas vezes recriada e mencionada noutros filmes e séries que se tornou mais famosa que o próprio filme e de certa forma mítica. Por isso, não podia deixar de a incluir nesta selecção.
Nos tempos de Jane Austen, a dança tinha outro valor. Poucos eram os momentos que um cavalheiro podia interagir livremente com uma dama, a dança oferecia assim um momento único para trocar algumas palavras longe de ouvidos indiscretos. Nesta cena, Darcy e Lizzy dançam, mas como ela não gosta dele, a conversa é algo azeda, embora como diz o Sir Lucas é um prazer vê-los...
Recebi a newsletter da Wook, a anunciar este livro. Sinceramente não percebo a piada de ler resumos de livros. Quem os ler, numa conversa com alguém que leu o livro, de certeza que essa pessoa percebe. Não se pode comparar um resumo à leitura efectiva do livro. Com tantos livros bons para traduzir, como este, porque é que perdem tempo com estas patetices?