Andei na Bertrand do Dolce Vita e depois passei pelo Continente e uma coisa que reparei é que nunca como agora esteve o romance histórico tão em alta, pelo menos que me lembre. A grande maioria dos livros em destaque pertence a este segmento e a grande maioria dos livros de romance de cordel, como eu gosto de lhes chamar, são também passados noutras épocas. Já sei distinguir estes livros nas livrarias pelos seus títulos sugestivos, pelas capas e pelos nomes sempre femininos das autoras e claro as editoras. Se eles não se vendessem tenho a certeza que não se publicavam, pelo menos em tão grande número. Nunca como agora houve tão poucas séries de época na televisão. Há muitos anos havia um espaço semanal para elas na RTP2, e não, não deixaram de existir séries destas, deixou foi de haver vontade de as exibir, acho eu. Não deixa de ser um facto curioso esta antítese, se assim quiserem chamar. Talvez se a BBC começasse a adaptar os livros romance de cordel, a televisão portuguesa os começasse a exibir.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Ser diferente é:
ler que a Kate Middleton gosta dos livros da série Anne of Green Gables e ficar contente por esse ponto comum. Umas ficariam felizes por descobrir que ela comprou a mesma peça que elas na Zara, eu fico feliz por ambas gostarmos da menina ruiva que fala pelos cotovelos! :)
segunda-feira, 4 de julho de 2011
A minha heroína, Bridget Jones
Não é que eu tenha heróinas ou heróis, mas há sempre personagens que gostamos mais do que outros. Para mim, a minha heróina moderna, é a Bridget Jones, ainda os filmes não existiam e já eu achava piada aos livros. Muitas mulheres têm como heróina a Carrie da série O Sexo e a Cidade, mas eu prefiro de longe a Bridget, parece-me mais real, e mais perto da mulher comum, sem roupas chiques, com um pouco de peso a mais, a vida a ir sempre para onde ela não quer, a meter a pata na poça mais do que devia, sem obessessão por sapatos e com um príncipe muito melhor do que o da Carrie. Dizem os entendidos que vai haver um terceiro filme, eu acho mal, será ainda uma maior desilusão do que o segundo, mas rever a Bridget a meter-se em trapalhadas é sempre um atrativo e claro o Mark Darcy, perdão o Colin Firth!
domingo, 3 de julho de 2011
há dias revi o filme Mary Reilly e enquanto o fazia pensei: este filme podia ter sido realizado pelo Tim Burton e não é que ao ver a trivia do IMDB lá diz que ele ia realizar o filme mas desistiu para realizar o Ed Wood? Isto só demonstra o quanto eu começo a conhecer bem o trabalho dele, modéstia à parte!! Fica aqui o trailer para quem tiver curiosidade de ver o filme.
sábado, 2 de julho de 2011
Ontem a Sic, depois de andar a semana toda a anunciar, transmitiu o concerto da Edp, que teve lugar no Rio Douro. Com Rui Veloso, The Gift e Rodrigo Leão e Cinema Ensemble. Liguei e estava a dar o Rui Veloso, mudei e fui vendo a série Ossos, quando esta acabou mudei, disposta a ver os The Gift enquanto esperava por aquilo que para mim era o bombom da noite: Rodrigo Leão. e não é que de repente os gajos dizem ah agora vamos ver a novela e quando voltam já o concerto estava no fim, os The gift vieram cantar uma musicola qualquer da Edp, há fogo e pronto, termina.
Fiquei furiosa! Acho uma falta de respeito para com os telespectadores não terem dado tudo, principalmente depois do espectáculo que fizeram durante a semana.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
eficiência
quando começou a Feira do Livro do Porto perguntei, via facebook, à D. Quixote se estava prevista alguma sessão de autografos com Lobo Antunes, até hoje ainda ninguém me respondeu e entretanto a feira já acabou.
No outro dia navegando no site do Jane Austen Centre encontrei um erro e achei mais adequado que fosse mencionado que a atriz que serviu de modelo para várias peças de roupa que vendem, fosse mencionada pela sua experiência em trabalhos relacionados com Austen. Enviei um e-mail a sugerir a mudança ou o acrescentar dos créditos e a corrigir o erro. Em menos de 24 horas obtive uma resposta que dizia que as alterações iam ser feitas de imediato e assim foi.
Conclusão: a D. Quixote está-se a marimbar para os seus clientes e o Jane Austen Centre aceita sugestões que melhoram o seu site. E acho que está tudo dito...
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