comecei há umas semanas a ver o Arrow e aquela cena dele dizer: you've failed this city lembra-me a Sailor Moon e o seu: em nome da Lua vou castigar-te.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
O que ando a ler
Pássaros Feridos de Colleen McCullough - Não só a história é rica em acontecimentos como existe um conjunto muito bom de personagens. Uma boa parte dos livros que já li apresenta bons personagens, mas são daquele género simples ou seja são bons, justos, íntegros e naturalmente gostamos deles. Aqui os personagens tem uma densidade psicológica que me faz querer senta-los numa cadeira e dar uma de psicóloga.
Uma Casa de Familia de Natasha Solomons - ainda só vou na página 86 e ainda não consegui perceber se este livro é um bom entretenimento ou é mais do que isso, isto é, um livro que valerá a pena reler no futuro.
domingo, 24 de agosto de 2014
momento piroso do domingo: pôr-me a ouvir e a cantar esta música: Zezé Di Camargo & Luciano (P)1993-Eu Só Penso Em Você
terça-feira, 19 de agosto de 2014
últimos filmes vistos
Nos últimos tempos não tempo visto muitos filmes e os que vejo não me parecem dignos de nota. Aqui fica um apanhado dos últimos que vi.
Malévola - Vi apenas porque gosto da Angelina Jolie e pela curiosidade que o seu trabalho me desperta. Gostei, é uma premissa que começa a ser muito vista, vermos a historia do vilão até se tornar mau, mas este filme demonstra que uma premissa que não é nova até pode resultar num filme que entretém e que temos vontade de ver novamente. Para isso basta saber escolher os actores e fazer algum esforço a nível do argumento.
Guia para um Final Feliz - foi uma surpresa da qual não estava à espera. Confesso tenho preconceitos em relação ao Bradley Cooper que sempre vi como um rapaz bonito de sorriso falso. Mas aqui ele brilha e dá-nos uma boa performance num filme com um tema muito difícil. Fica a vontade de rever e ler o livro.
Shadow Dancer - devo ter sacado isto por causa do Clive Owen e foi por ele que fiz o sacrifício de ver. Oh coisa mais chata e mais sem charme!!
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
E Tudo o Ventou Levou de Margarett Mitchell
Falar sobre E Tudo o Ventou Levou é falar sobre um dos grandes clássicos da literatura mundial. Quando pensamos neste livro, a maioria pensa no filme de 1939, protagonizado por Vivien Leigh e por Clark Gable e imediatamente associa o livro e o filme à história de amor entre os dois. Uma história atribulada, plena de emoção, cheia de altos e baixos e onde o melhor e o pior de ambos vem ao de cima. Contudo E Tudo o Vento Levou é muito mais do que isso, se fosse só a historia de amor entre dois grandes personagens não teria chegado ao estatuto de clássico. Possivelmente, o filme era hoje um entre muitos que as pessoas sabem que se fizeram mas nunca faria parte do currículo dos actores envolvidos.
A história é uma historia do velho Sul da América, onde o tempo passava devagar, onde os ricos eram muito ricos e os pobres eram quase inexistentes. As grandes plantações de algodão dominavam o horizonte. O Sul era uma comunidade fechada, onde as regras eram para ser cumpridas. As mães educavam as filhas para o casamento e os filhos para dirigirem a plantação. No fundo, bem vistas as coisas era um sistema.
O livro é rico em detalhes sobre a vida sulista, os costumes e tradições são explicados e muitas vezes criticados.
Quando o livro começa conhecemos Scarlett O'Hara, uma beldade do sul, com apenas dezasseis anos, ela só pensa em ir a bailes, ter muitos pretendentes e conquistar Ashley Wilkes. Todos os seus planos de conquistá-lo, talvez surtissem efeito se não fosse pelo facto de ele estar comprometido com Melanie, a sua prima e claro que o começar da Guerra Civil também impede Scarlett de conquistar o seu amor.
Este podia ser o resumo resumido de um qualquer livro da Harlequin. Mas não é. Mitchell através da sua escrita e dos personagens que criou dá-nos um fresco do sul, antes, durante e depois da Guerra, percebemos o quão sangrenta e devastadora esta guerra foi e como marcou a vida dos sulistas.
Os Sulistas são diferentes dos Nortistas pois parecem viver agarrados a um passado aristocrata e que rapidamente perde importância durante a guerra e depois dela. Os ensinamentos dos pais de pouco servem num mundo selvagem que se torna o sul no pós guerra.
Um livro até pode ter uma boa história mas nada é sem personagens minimamente cativantes, e todas as personagens deste livro o são, umas mais que outras. Melanie, o poço infinito de bondade, Ashley o cavalheiro mais cavalheiro do mundo, as velhas maldosas e cheias de fel, a Tia Pitty com os seus chiliques, Babá, sempre dividida entre o dever, o que é correcto e o seu afecto por Scarlett, Rhett, um bom sacana com bom coração e Scarlett.
Sobre Scarlett podia escrever uma dissertação, ela consegue despertar o ódio em mim, consegue também despertar uma imensa admiração pela sua coragem e determinação e por nunca se dar por vencida.
E tudo o vento levou é sem dúvida um dos meus livros preferidos, já o tinha lido há alguns anos e isto foi uma releitura. Mas o meu entusiasmo foi igual, as dúvidas, as incertezas, as angustias que sempre acompanham uma primeira leitura estavam lá. Por isso aconselho este livro a todos. Se já viram o filme, vão com certeza descobrir uma história mais rica, com mais detalhes. Se nunca viram ou leram preparem-se para ser arrebatados.
sábado, 9 de agosto de 2014
dos argumentos que não entendo
há dias em conversa com uma colega de uma formação que estou a fazer, ela contou-me que o filho, prestes a entrar na Universidade, é viciado em tecnologia até aqui nada demais, afinal esta geração cresceu com tecnologia à mão de semear.
Contou-me ela que o filho tinha comprado pela internet um telemóvel que tinha custado trezentos e tal euros, pelos vistos tinha vindo da China. Disse-lhe que em caso de avaria ia ser complicado arranjar, ela respondeu simplesmente: eu também lhe disse isso, mas ele não me ouve.
Não disse nada, mas pensei, se foi ela que pagou pelo telemóvel não tem ela o poder? Ainda que o miúdo tenha juntado o dinheiro que recebe no Natal, nos anos, ou algo do género, cabe aos pais pôr limites. E ainda por cima o rapaz teve de pagar oitenta euros pelo desalfandegamento... Juntem a isto o custo de ir a Lisboa já que eles vivem algures em Coimbra (ela está cá no Porto a fazer o curso, ainda não percebi muito bem porquê... )
Honestamente juntando isto tudo, o telemóvel teve demasiados custos.. Mas o que mais me surpreendeu na história foi aquilo que eu assumo como uma incapacidade para dizer não.
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
O que ando a ler
Não foi um mês muito bom em leituras, mas deu para terminar um livro e começar outro
Pássaros Feridos de Colleen McCullough - tenho estranhado bastante a relação entre o padre Ralph e a Meggie... sabia que acontecia, mas pensei que eles só se conhecessem na idade adulta...
Dois Anos e Uma Eternidade de Karen Kingsbury - romance leve mais leve não há. Eu não gosto muito de romances contemporâneos e este livro vem demonstrar que as minhas reticencias têm fundamento. Prefiro de longe os livros românticos passados noutros tempos podem ter imensas incorreções mas ao menos criam dificuldades plausíveis para o casal ultrapassar, a maioria claro.
Rebeca de Daphne Du Maurier - Há contornos muitos misteriosos neste livro e isso mantém o interesse do leitor. Já vi o filme do Hichtcook e a adaptação foi soberba. Todo o clima do livro e do suspense estão no filme.
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