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sábado, 23 de abril de 2016

Como seria uma peça de Shakespeare se tu lhe desses o nome???

 
 
No meu caso seria: Postmodern, As You Like it, in Space. Portanto já sabem quando pudermos fazer coisas no espaço, esse vai ser o nome da minha peça de teatro.
( Preferia mil vezes que tivesse sido o Much Ado About Nothing, pois além de adorar o enredo dessa peça, adoro também a expressão e utilizo-a muitas vezes.
Sabiam que hoje é Dia Mundial do Livro, porque é a data da morte do Shakespeare? )



domingo, 5 de julho de 2015

Home



 
 I was with the man with whom I've been in love for 37 years and whom I married five years ago. Corny? Not if you can appreciate that you want your best friend with you when you're in a foreign city that reminds you of the injustice of the world everywhere you look. Without him, I'd have been ready for tears. When I think back to the 24 hours we spent in Ribeirao Preto, what I remember most is sitting in the city's landmark pub, the Pinguim, and laughing together at the oddness of coming to a tropical city to be surrounded by statues and paintings of penguins. The older I get, the more I understand that the loving friendship that Alex and I have created over four decades has become my home.
 
 
Podem ler o artigo completo do Richard Zimmler, sobre o conceito de casa aqui: Writing Home

domingo, 16 de outubro de 2011

eu sei que muita gente não gosta dele, mas eu adoro-o, nunca ninguém falou tanto ao meu coração*. 90% daquilo que ele diz é também aquilo que eu penso. Ele fascina-me, se o fosse entrevistar dizia apenas: fale!
Que delicia de entrevista que ele deu à Fátima Campos Ferreira, muito diferente da estupidez das entrevistas que saiam das mãos da Judite de Sousa, ainda bem que ela bazou... Falo claro do António Lobo Antunes :)

* a nível de escritores em entrevista

quarta-feira, 6 de maio de 2009

William Butler Yeats

( pintura de John Singer Sargent)
No meu aniversário, uma amiga que vive na Irlanda do Norte ofereceu-me um cd com poemas de William Butler Yeats. Confesso que nunca ouvira falar dele ou talvez já tivesse ouvido mas tivesse confundido com Keats, uma vergonha já que Yeats é o maior poeta da Irlanda e ganhou o prémo Nobel em 1923.
O Cd, aliás o duplo cd é uma mistura de biografia com poesia, somos levados a conhecer a vida deste poeta e também alguns dos seus mais importantes poemas.
Pessoalmente ainda não sei se os audiolivros são uma boa ideia, os únicos que tenho são lidos pelo meu actor favorito, o Toby Stephens e a minha opinião é BASTANTE parcial em relação aos mesmo, mas tenho a certeza que a poesia foi feita para ser dita e até gosto de ler os poemas em voz alta.
Existem no nosso mercado alguns audiolivros, mas são ainda poucos. Uma coisa é certa as nossas editoras podiam pegar nesta ideia e dar à luz alguns cds iguais a este. Já vi um audiolivro com poemas de Fernando Pessoa, mas ainda é pouco, muito pouco e claro eram só poemas. Na minha modesta opinião todos os autores que nasceram antes dos anos 60, tiveram sempre de alguma forma envolvidos na vida politica e social da sua época e é sempre interessante saber esses pormenores, até porque muitas vezes influenciam a escrita, por isso a sua biografia é tão importante como a sua escrita.
Yeats, em termos de vida lembra-me o nosso Garrett, e fiquei tão fascinada por ele que já comprei uma biografia e a edição completa de poemas.