aqui há uns tempos a Margarida Rebelo Pinto atacou as gordas, agora apoia as medidas do governo. alguém que lhe explique que a continuar assim vai deixar de vender livros...
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Novas Séries - primeiras impressões
E pronto passadas algumas semanas de novas temporadas e novas séries aqui ficam as minhas primeiras impressões das séries que estrearam e são novas apostas de televisão.
Reign - Foram três episódios cheios de momentos WTF em que rir é mesmo o melhor remédio. Não levo a série a sério. Se fizesse um daqueles drinking games (beber cada vez que é cometido um erro de época) ia acabar bêbeda a cada episódio. O que mais irrita é que a série ao terceiro episódio apresentou uma ideia interessante, um príncipe português que quer casar com Mary e oferece o seu apoio a uma Escócia ameaçada pelos ingleses. Tirando a parte que um português nunca iria oferecer apoio a um escocês ( o acordo com os ingleses é muito forte e mais antigo) a ideia até tinha pernas para andar, o problema é que os argumentistas se esquecem que estão numa série de época que ainda por cima é histórica e põe os personagens a fazer coisas que ninguém faria naquela altura. A série chega a ser cómica de tanta asneira. Continuo a ver pela comédia e pelos vestidos das moças que embora não sejam da época certa são muitos giros.
The Crazy Ones - Comédia. Deus sabe que eu não vou à bola com comédia americana, mas pela Sarah Michelle Gellar e pelo Robin williams decide ver. A maioria das vezes a série não tem piada, outras tantas parece viver apenas do carisma do Robin Williams, não sei se os argumentistas assim o decidem fazer ou ele não consegue ser de outra forma.
The Michael J. Fox Show - Uma comédia que devia ser drama ou talvez à semelhança de Shameless pudesse ser um drama com toques de comédia. Todos ficariam a ganhar. Porque tal como The Crazy Ones poucas vezes tem piada.
Drácula - Foram só dois episódios mas a mim parece-me que tem pernas para andar. Agora é esperar um bom equilíbrio entre o drama e a acção.
The Originals- apesar de ter achado a premissa que levava Klaus de volta a New Orleans um tanto ou quanto fraca, a série tem-se se aguentado e tem mostrado que tem pernas para andar. Confesso que ando mais entusiasmada pelos originais do que pelos dramas de Mistic Falls.
Once Upon Time in Wonderland- gostei, acho que é consistente, embora não deslumbre como Once fez no inicio.
Sleepy Hollow- a série que toda a gente temia ser uma banhada e não ia conseguir descolar-se do filme do Burton. Para mim é a grande estreia da temporada, dentro do género fantasia/aventura/thriller
Masters of Sex - superou todas as expecativas. Comecei a ver por mera curiosidade e os personagens e os seus dramas agarraram-.me ao ecrã.
De uma forma sucinta, eu diria para apostarem em Masters of Sex, nos originais se já veem The Vampire Diares e em Sleepy Hollow e Drácula se gostarem do género.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Les Mousserables
e depois do fantástico Homelamb a Rua Sesámo dá-nos Les Mousserables uma paródia dos Miseráveis.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Paixões Proibidas
O que dizer sobre este filme? Não é fácil porque a primeira coisa que me vem à cabeça é: isto é mau. Mas não é mau a nível de prestação dos actores tanto as veteranas Naomi Watts e Robin Wright como os jovens actores que representam os filhos são bons.
O problema é que uma boa ideia foi explorada de uma forma muito pobre. O filme conta a história de duas amigas, Roz e Lil, que desde a infância são inseparáveis. Ambas crescem e têm o habitual percurso de casar e ter filhos. Lil eventualmente fica viúva e com um filho ainda pequeno, mas nunca volta a casar.
Quando os filhos já são jovens rapazes, maiores de idade, o filho de Lil envolve-se com Roz. Tom filho de Roz vê-os e conta à Lil, beija-a e pouco depois está com ela na cama. O filme continua com ambas as mulheres a dormirem com o filho da outra, mantendo uma relação secreta mas que ambas sabem acontecer.
O filme desilude, não há um conflito entre as amigas, há um temos que parar, mas não param e continuam, o Tom não seduz a Lil, simplesmente mete-se na cama dela. O filme também podia explorar a relação entre uma mulher mais velha e um jovem, mas não há nada disso, há só um: nunca fui tão feliz. Mas ninguém entende de onde vem essa felicidade.
Por fim, os casais desfazem-se e os rapazes casam com meninas da sua idade para casamentos que estão condenados à partida.
Para eu gostar de um filme tenho de gostar da historia que contam e eu até gostei da ideia mas achei o desenvolvimento péssimo. Às vezes são as personagens que me têm de cativar, mas aqui nenhuma delas cativa ou faz querer saber o desfecho da história.
Este filme adapta um conto de Doris Lessing que ganhou o prémio Nobel há uns anitos. Até tinha vontade de ler alguma coisa dela, mas se for tudo assim mas vale dedicar-me a outros autores.
domingo, 3 de novembro de 2013
deleted post
o bom de um blogue muitas vezes é escrever e pudermos apagar. Ainda que seja algo sem importância a mim faz-me muito bem escrever e depois apagar e nunca chegar a publicar. Pode parecer estranho, mas sinto-me muitas vezes mais leve.
sábado, 2 de novembro de 2013
Homelamb
Este vídeo é só para fãs do Homeland é que só eles podem entender a forma inteligente como a Rua Sésamo conta o enredo da série.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
o que ando a ler
The Last Honest Seamstress de Gina Robinson - continuo a dizer que o melhor deste livro é ter uma protagonista diferente.
E Tudo o Vento Levou de Margaret
Mitchell - já vi o filme tantas vezes que perdi a conta, contudo foi só ao reler o livro que percebi que Scarlett ao declarar-se a Ashley quebra as regras. Eram os homens que tomavam a iniciativa. O filme vai ser exibido no próximo Fantasporto.
Amo-te Teresa - ainda às voltas com o amor proibido de Teresa e Miguel.
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