sento-me a ver os novos episódios e penso: bem vou ver o primeiro para ver como isto está. Quando dou por mim já tinha visto os quatros episódios desta temporada. O que faz esta série ser tão boa?? Os crimes são sempre atrozes e complexos; são crimes cometidos por pessoas verdadeiramente doentes. São originais, fazem-nos pensar. E claro o Luther é um personagem cheio de complicadas camadas, com uma vida nada linear e com uma estranha relação com Alice Morgan. Para mim continua a ser um dos melhores trabalhos da actriz Ruth Wilson. O personagem é bom, mas ela torna-o ainda melhor. Haverá mais Luther??? Ou esta foi a última vez que o vimos??
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
Madre Paula, a verdadeira série duracell
Sou uma grande consumidora de séries de época. Por cá não se fazem muitas. Mas sempre que ouço que vai estrear algo dentro do género tento ver.
Madre Paula adapta um livro de Patrícia Muller com o mesmo nome. E conta a história dos amores entre uma freira, Paula, e o rei D.João V. Apesar de ter tido muitas amantes, Paula terá sido o grande amor dele.
Depois de ter visto o primeiro episódio decidi continuar a ver. Ninguém faz séries e época como os ingleses, os americanos bem tentam mas ainda tem de comer muita sopa... Esta série, estava a meu ver bem conseguida, não sendo brilhante, parecia cumprir aquilo a que se propunha: contar a história de amor entre a freira e o rei.
Os episódios foram passando e a série tornou-se aborrecida. Foca-se na historia de amor, mas parece que a arrasta ao longo dos episódios sem qualquer necessidade. Fala também das tentativas do irmão Francisco para usurpar o trono e da Inquisição. Mas para além disso não há mais nada...
Ontem pensei que o livro que a série adapta fosse grande estilo 500 e tal páginas. Mas não! fui ver e tem uma miseras 216 páginas. Por isso pergunto eu: que necessidade há de prolongar a série para além daquilo que ela pode render???
domingo, 27 de agosto de 2017
The Handmaid's Tale, será que devemos ter medo do futuro?
Comecei a ver a série The Handmaid's Tale, que adapta um livro de Margaret Atwood. Não li o livro e também nunca li nada desta escritora.
Tinha uma vaga ideia do que era a série, pelo trailer e por uma sinopse que li. O que é certo é que há uns tempos, quando a série estreou, lia algures um titulo que aquilo devia ser um alerta para as mulheres. Eu só li o titulo mas pareceu-me exagerado.
Agora que já vi alguns episódios não me parece tao exagerado. Resumidamente e não querendo spoilar. A história passa-se numa distopia onde as mulheres que podem ter filhos são uma espécie barriga de aluguer para as mulheres que não podem ter.
Cada vez mais a infertilidade é um problema, a ciência ajuda muitos casos mas muitos não podem ser "ajudados". Será que chegamos a um ponto que ter um filho se torna algo tao impossível que quem os pode ter acaba por ser visto como algo que pode ser usado para reproduzir e não uma pessoa?
A verdade é que a série, à sua maneira, reflecte sobre isto, tudo isto ajudado por um fanatismo religioso. E já sabemos onde o fanatismo nos leva. Esperemos que isto seja só uma boa imaginação e não a realidade futura.
terça-feira, 22 de agosto de 2017
And then there were none
Este é o nome de uma série da BBC que adapta um livro de Agatha Christie. Apesar de ser uma grande leitora, nunca li um policial. Shame on me! Mas aqui e ali vejo séries e filmes do género.
Esta série é qualquer coisa de genial, começando no elenco e acabando no enredo. Num policial é cometido um crime, há uma investigação, todos são suspeitos e todos podem ser culpados... Aqui não acontece nada disso.
Dez estranhos são atraídos para uma casa localizada numa ilha isolada do mundo. Logo na primeira noite uma gravação é posta a tocar e aponta cada um deles culpado de um crime. Todos dizem que não cometeram tal crime... A partir do momento que um deles morre o mistério começa. É apenas a primeira morte, outras se seguirão. Haverá mais alguém na ilha? Será o assassino um deles??
Há medida que o tempo passa o mistério torna-se maior, a desconfiança entre as pessoas que estão na casa. Há uma tensão palpável. Aconselho a todos querem gostem de mistérios quer não gostem.
P.S: o livro é inspirado no poema: Ten Little Indians que fala de dez pessoas que vao desaparecendo e os crimes são iguais aos descritos no poema.
quinta-feira, 15 de junho de 2017
The Mindy Project e procurar novos rumos
Eu não sou grande fã do humor americano. Por isso quando me falaram desta série, eu não senti um grande entusiasmo em ver. Contudo quem me recomendou é alguém cujos os gostos se assemelham aos meus e decidi dar uma oportunidade.
É certo que a primeira temporada não foi grande coisa, mas a série melhorou na segunda e tornou-se uma das séries que mais gosto. Com jeitos de comédia romântica, a série acompanha da vida de Mindy Lahiri uma médica que tenta conciliar o trabalho, o amor, a carreira, etc.
Na terceira temporada, vemos Mindy e Danny a ficarem finalmente juntos. Eu sabia pelas redes sociais que na quarta temporada a série ia separar Mindy e Danny e achei que aquilo era um tiro no pé. Felizmente estava errada. A série apresenta-nos Mindy e Danny como duas pessoas que se amam. Mindy engravida e a partir daqui as coisas complicam-se. Apesar de não ser planeado, Leo trás novas aventuras e também desafios ao casal. A ruptura torna-se eminente quando eles percebem que têm planos diferentes. Mindy não quer mais filhos e Danny sonha em aumentar a família.
Aqui a série assumiu contornos reais mostrando um casal que se ama mas que sabe que o caminho tem que ser feito em separado. Mindy volta a andar às turras com o amor e Danny também, embora ele saia de cena.
Aquilo que eu via como um tiro no pé acabou por dar uma lufada de ar fresco à serie. Mostrou uma separação amigável, mas difícil, mostrou como é horrível saber que se ama mas não dá para seguir em frente. Está previsto mais uma temporada, a última, é de prever que Mindy e Danny fiquem juntos. Se isso não acontecer só demonstra como a vida pode não seguir como planeado mas isso não quer dizer que não se possa ser feliz.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
O Ministério do Tempo
O Ministério do Tempo é uma série portuguesa que começou na RTP1 no inicio deste mês. Para ser mais correcta é uma adaptação de uma espanhola.
Tem uma ideia interessante, embora esteja longe de ser original. A base da série é a existência de uma série de portas que dão acesso a vários pontos da História, estas portas são vigiadas para que ninguém mal intencionado passe por elas. E como existem outras portas, não oficiais, há alguns malfeitores que podem atravessa-las e tentar mudar a história.
Ver momentos históricos ou personagens históricas até é interessante o problema está no resto. Não há grandes interpretações por parte dos actores. Além disso parece haver uma clara falta de química entre o trio protagonista. Os efeitos especiais são fracos e como tudo isto não bastasse falta ritmo. Uma série que se quer de aventura e acção tem que nos fazer ansiar porque o que vai acontecer a seguir e isso não acontece. Os episódios arrastam-se e o fim não se percebe bem sobre o que era o episodio.
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
e depois de ver o trailer da série que o Woody Allen fez para Amazon a única coisa que me ocorre dizer é: prognósticos só no fim do jogo.
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Versailles e o sexo
Eu tinha visto esta série no sitio onde costumo ir sacar as séries que vejo. Mas não me deu para ver. A cultura ou história francesa não em atraem.
Contudo, ao começar a ler algumas coisas na internet sobre a polémica que a série andava a causar em terras de sua majestade, por causa das cenas de sexo, decidi ver.
Versailles, foi por isso, a série que andei a ver nas últimas semanas. Tem cenas de sexo? Sim. São ousadas? Não é nada que não se tenha visto noutros sítios. O porquê da polémica? Talvez os ingleses estejam à espera de cenas onde vemos o casal a entrar no quarto e a fechar a porta...
Suponho que a sociedade, não sei bem porquê, assume que na altura de Luís XIV as pessoas não faziam sexo ou se o faziam era de forma recatada. Eu já não penso assim. Acho que talvez o fizessem em variadas posições... O que acontecia era que não falavam sobre isso. Mas basta pensar em Luís XIV e nas amantes que teve e quem diz em Luís XIV diz outros reis pela europa fora. As mulheres eram escolhidas para amantes, não eram escolhidas para conversar. Não quero com isto dizer que algumas não tenham sido amadas, basta pensar que Luís XIV casou-se com a sua última amante, a Marquesa de Maintenon, além de ter legitimado os filhos da Madame de Montespan.
Portanto, meus caros, todas estas polémicas são idiotas à luz dos dias em que vivemos.
Mas voltando à série, a mesmo foca-se na construção do Palácio de Versailles, um simples pavilhão de caça que se irá tornar no esplendoroso palácio que hoje vemos.
Para quem gosta de história, das habituais intrigas palacianas e de ver bons actores em bons papéis é uma série a ver.
domingo, 8 de maio de 2016
Acho que me apaixonei!!
Foi ao ouvir isto. Adoro a música do genérico do Outlander. Adoro música instrumental e adoro os instrumentos que elas tocam.
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Vamos contratar a malta do Game of Thrones??
E se tivessem uma agência criativa, quais eram os personagens que contratavam?? Podem ver as escolhas do Chimp&z Inc aqui: game
terça-feira, 12 de abril de 2016
Então Madrigal o que achaste dos novos episódios dos Ficheiros Secretos???
Eu gostava de dizer que anseio para que façam mais, mas não seria honesto dizer isso. Mas também não posso dizer que detestei. Explicando melhor, a parte da conspiração foi uma trapalhada de todo o tamanho. Quando é que os autores vão dar a esta parte melhores enredos? É que já estavam fracos nas últimas temporadas. Já os Monsters-of-the-week foram bons mas ninguém pode dizer que foram espetaculares.
Resumindo, gostei de ver o Mulder e a Scully e é bom ver que os actores conseguem facilmente voltar aqueles personagens, mas se ficarem por aqui não sou eu que vou lamentar.
Já agora, podiam era fazer uma série em torno do filho deles e dar um papel secundário ao duo de protagonista. Bem desenvolvido era capaz de ser interessante.
sábado, 9 de abril de 2016
Tonight is the night
A segunda temporada de Outlander estreia hoje. Aqui ficam os créditos iniciais:
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
The Affair, um breve apontamento sobre a segunda temporada
Quem viu a primeira temporada sabe que a série é excelente, quem não viu ainda vai a tempo de ver.
Para quem acompanhou a primeira temporada sabe do que fala a série. Noah e Alison, ambos casados, conhecem-se e começam um caso. Mas para quem não viu não vou dizer o que acontece. Podem sempre ter uma ideia melhor, lendo este post.
Mais do que falar sobre o quão boa foi esta segunda temporada, quero falar de uma cena, em que Noah conversa com a sua terapeuta ( a famosa Miranda do Sexo e a Cidade). Quem conhece o percurso de Noah sabe que ele traiu a esposa com Alison. Agora numa relação com Alison, já sentiu por diversas vezes a tentação da carne. Noah, é como sabem, alguém que ambiciona ser um escritor, mas não aqueles que são populares, mas sim um grande escritor daqueles que vão ser lidos daqui por cem anos.
Escrever um segundo livro não é fácil e Noah tem tido dificuldades. A sua ambição é escrever sobre o general Omar Bradley, um militar importante para o desfecho da Segunda Guerra Mundial. Noah diz mesmo que só ganhamos a guerra por causa dele.
O interessante é que o general também tinha sido infiel à esposa. Isto dá inicio a uma discussão sobre se as características que o fazem infiel, a ele e a outros homens famosos, não são as mesmas que lhes permitem ir lá e fazer bem o seu trabalho. Uma certa ousadia seria o que teriam estes homens. A terapeuta diz-lhe que os homens mais normais, estilo um professor, contabilista, etc também traem.
Metade do episódio foi esta conversa entre o Noah e terapeuta. Eu fiquei a pensar nas palavras do Noah e pensei que a maioria dos grandes escritores tiveram vidas cheias, cheias de grandes dramas, grandes perdas e tudo isso os fez escrever bem sobre a vida e o mundo, em geral. Dou uma certa razão ao Noah, mas também penso na Jane Austen, cuja vida não teve nada de ousado e escreveu excelentes livros. Talvez na volta seja apenas uma questão de talento e aquilo que se vive não ser tão determinante para a vida profissional, seja ela qual for.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Flesh And Bone
Flesh and Bone tinha um trailer muito promissor, mas nem sempre os trailers promissores se traduzem em boas séries ou bons filmes.
Depois de no Verão ter visto e gostado muito de Mozart in the Jungle, sobre os bastidores de uma orquestra sinfónica, eis que agora vi e gostei muito de ver uma série sobre os bastidores de uma companhia de bailado.
Mas se Mozart in the Jungle é uma série divertida, Flesh and Bone é pesada.
Nunca fiz parte do mundo do ballet, mas sempre achei que era um mundo competitivo, onde ninguém era amigo de ninguém e sobretudo muito bichty. Não que outros mundos não sejam assim, mas aqui só uma pode ser a prima bailarina, ao passo que no mundo da representação há sempre pessoas a brilhar em papéis secundários.
Mas vamos por partes. Flesh and Bone é cru, por vezes até cruel, não é aquela série bonitinha e fofinha para se ver ao fim do dia. Alguns momentos são pesados. A começar pelo background da protagonista Claire, que dança e facilmente conquista um lugar de destaque na companhia de bailado. Temos também Kiira, pela idade ela começa a perder pontos para as mais novas e afoga-se em drogas da mesma forma que Mia se recusa a comer para manter a linha.
Ao longo de oito episódios vamos conhecendo melhor estas três personagens, embora o maior destaque seja para a Claire.
É uma pena que a série não volte para mais na próxima temporada pois eu gostaria de continuar a ver. Antes de terminar gostaria de deixar uma pequena nota sobre o Ben Daniels, um conhecido meu de outras séries e que aqui também brilha ( nesta série brilham todos). Ben interpreta um antigo bailarino, agora director artístico e achei curioso que ele se mova de uma forma tão leve como se dançasse. Não percebi porque é que ficou esquecido nas nomeações dos Globos de Ouro.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Au Revoir Downton Abbey!
Não posso dizer que Downton Abbey era a minha série preferida, mas foi uma série que gostei muito de ver.
O maior mérito desta série foi conseguir cativar o público que habitualmente não vê séries de época. Mas daí a ser a melhor dentro do género vai uma grande distância. A popularidade acabou por ser uma faca de dois gumes, se por um lado deu a conhecer outro tipo de série a quem vê séries por outro fez com que durasse para lá do desejado.
Com o prolongar vieram naturalmente muitos plots que nada acrescentaram à história. Em muitos momentos alguns personagens podiam ter saído e dado lugar a novos. Isso aconteceu a alguns mas o grosso dos personagens manteve-se.
Nunca gostei da Lady Mary e continuo a não gostar. A principio não ia muito à bola com a Lady Edith. Mas o personagem foi crescendo na minha consideração. Penso que foi o personagem que mais evoluiu. Edith era o patinho feio das três irmãs e poucas ou nenhumas oportunidades teve ao longo da série para ser feliz, ao contrário de Mary que vários pretendentes. No fim, apareceu um verdadeiro príncipe para Edith e todos os anos de infelicidade foram compensados. Mary também casou, mas foi pela Edith que fiquei verdadeiramente feliz. Voltarei certamente a Downton Abbey, afinal apesar de tudo é uma série que tem lugar antes, durante e depois da Primeira Guerra Mundial e se há década na qual eu gostava de ter vivido era essa.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
sabes que tens as tuas prioridades bem definidas quando...
vês este trailer e pensas: será que vou suportar ver esta season e não ter o jamie tantas vezes vestido de kilt???
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
War and Peace - trailer
Eu não vou muito à bola com a Lily James, mas série que tenha o Paul Dano é série para se ver. Acrescente-se o grande Jim Broadhent, a minha querida Scully, isto é, Gilian Anderson, e o bombom do James Norton. Além disso tenho curiosidade em ver algo clássico da Rússia, embora isto seja made by the british.
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Música para os meus ouvidos
Por estes dias a BBC Entertainment andou a repetir o Orgulho e Preconceito 1995. Só de ouvir a música da intro fico logo bem disposta. E pensar que já vi isto tantas vezes e nunca me canso. E muitas vezes ainda descubro coisas novas. Nada como uma boa adaptação para fazer justiça a um livro, infelizmente algo cada vez mais raro.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Historiadores, picuinhas is their middle name
Há uns meses quando estreou a série Wolf Hall ( adaptação do livro com o mesmo nome da autoria de Hilary Mantel sobre o Henrique VIII), li um artigo num jornal inglês em que os historiadores criticavam a escolha de uma das actrizes. Os historiadores diziam que ela era demasiado bonita para interpretar a sua personagem. Os produtores da série defendiam-se dizendo que a tinham escolhido pelo talento e não pela beleza. A bem da verdade uma actriz feia é algo tão raro como um nevão em Julho.
Este artigo lembrou-me que uma vez num programa de televisão da RTP, em que as pessoas falam sobre a programação da RTP ( o que está bem, o que está mal) falaram precisamente de séries históricas. Claro que os historiadores falavam do facto de uma série mostrar os personagens a fumar charutos numa altura em que tal ainda não acontecia.
Eu, que já vi muitas séries e filmes que retratam pessoas que existiram mesmo, acho parvo estas observações. Qualquer pessoa que veja um filme sobre o Henrique VIII ou outra pessoa importante da História e tenha um mínimo de inteligência sabe que está a ver um produto de ficção. Logo tudo aquilo que vê será sempre em parte adulterado a bem da ficção. Além disso muitos pontos são demasiados obscuros e os próprios historiadores tem as suas teorias sobre o que de facto aconteceu. O argumentista/escritor é, muitas vezes, obrigado a inventar.
De resto, os historiadores deviam relaxar mais e deixarem de ser picuinhas. Cada vez que vissem um filme ou serie histórica deviam fazer um drinking game. Sim, cada vez que vissem um erro, bebiam um golinho e no fim estariam mais alegres e felizes. Agora, não aconselho a que façam isso com a Reign é que neste caso concreto correm o risco de terminar o dia em coma alcoólico.
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