é um bocado estranho ler na Noticias Magazine que o filme The Imaginarium of Doctor Parnassus estreia já no próximo dia 11 de fevereiro, quando filme tem data de estreia para 25 de Março. Claro que a revista não tem culpa da data de estreia ter mudado. Mas eu no lugar deles, colocava a data com uma interrogação é que já mudaram MUITAS vezes e na volta vai directamente para dvd.
domingo, 31 de janeiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
All I Ask of You
Um dos meus sonhos é um dia assistir a um musical. Dispenso os do Filipe Lá Feria, acho que a música não deve ser traduzida/adaptada, se ele fizesse algo original, ainda me tentava... A Broadway fica muito longe e muito cara, mas Londres é já ali ao virar da esquina. A escolha nunca será fácil, mas como esta música foi das primeiras de musicais que conheci, muito antes do filme o qual não apreciei ( o Butler não mexe comigo e acho que lhe falta algum talento) mas esta música é linda, maravilhosa e por isso a escolha tende muito para este lado. :)
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Post 100% feminino
Senhores que ditam as tendências da moda: foi giro usar túnicas no Verão passado, não me incomodou vê-las durante o Inverno, mas perante a perspectiva das mesmas continuarem na próxima estação Primavera/Verão, dá-me vontade de perguntar se não há ninguém com poderes para vos mandar para o desemprego!! O que é demais enjoa!
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Fnac - O fim da relação
Desde que comecei a ter o meu próprio dinheiro que a Fnac começou a receber muitas visitas minhas inicialmente para comprar livros, cd's e mais tarde dvd's. Na altura em que trabalhava eram raras as semanas em que não passava lá, quando vinha do trabalho. Quase sempre trazia alguma coisa. Às vezes quando me sentia cansada, após um dia de trabalho, era lá que descontraia e entre ir ver a roupa para a Zara ou afins e a Fnac, eu preferia sempre a Fnac. Era uma espécie de namoro idilico que se estabeleceu entre nós.
Como todas as relações comecei a encontrar espinhos, mas não me importei muito, os espinhos foram os comentários tecidos por funcionários sobre aquilo que estava a pedir. E claro que quando tiraram os 10% de desconto nos livros que eu senti a relação tremer um pouco mais. Ainda assim, sempre que ia à baixa passava lá.
Eis que aconteceu o caso que transbordou o copo. Antes do Natal comprei lá um dvd e com muita pena minha não funciona no meu PC. O dvd têm uma protecção que só dá num Leitor de dvd e eu não tenho leitor de dvd. Isto foi o que me explicaram quando lá estive. Devolvi o dvd e eles o dinheiro. Tudo certo. Mas, eu não gostei da atitude, primeiro olharam-me como se eu tivesse feito uma cópia pirata e estava a devolvê-lo por já não precisar dele. Depois andei lá de um lado para o outro até que fosse visto o dvd e feito o talão para me devolverem o dinheiro. Nunca devem ter ouvido falar em centralizar as coisas...
Por isso, a minha relação com eles terminou e agora só lá irei quando não encontrar noutros locais os dvd's e livros que quero comprar e claro ver se há alguma promoção jeitosa. Afinal com a Mediamarket ali ao pé e o El Corte Ingles à distância de uma viagem de metro, quem é que precisa da Fnac?
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Nowhere Boy - A Banda Sonora
Levada pela curiosidade da música que aparece no trailer deste filme, decide investigar a sua banda sonora. Podem ver a track list, aqui. Já ouvi umas quantas vezes e só tenho uma coisa a dizer: cada vez mais me convenço que se tivesse de escolher uma época para viver escolhia as décadas de 50/60.
O filme estreia cá a 4 de Março. Fico surpreendida por demorar tão pouco tempo a chegar cá.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Memória de Elefante - António Lobo Antunes
Tinha decidido não deixar 2009 acabar sem começar a ler António Lobo Antunes. Com a leitura das primeiras páginas, a minha mente sugeriu para definir a escrita de Lobo Antunes, a palavra Labirinto. Essa palavra surge-me sempre associada a uma cena do filme Orlando ( adaptação da obra de Virginia Wolf, com o mesmo nome). Na cena, em questão Orlando corre por um labirinto de jardim, não é perceptivel, os motivos dessa acção. Se corre para alcançar o seu futuro ou foge do seu passado.
Pessoalmente, quando encontro estes labirintos nos passatempos das revistas tenho por hábito começar do fim e percorrer o labirinto até ao início. Eu sei que isto soa a batota.
É impossível ler um livro do fim para o início e assim embrenhei-me no labirinto de palavras que Lobo Antunes me oferecia. À medida que avancei fiquei fascinada pela escrita, cheia de poesia, cheia de momentos em que só apetece ler mais uma vez, cheia de labirintos de palavras que temos de percorrer para entender o porquê do psiquiatra, a personagem do livro, perguntar a si próprio: aonde tinha perdido o fio. ( não é dito assim no livro, mas fica assim aqui pelo politicamente correcto).
Todos os livros contam uma estória que se vai desenrolando, aqui existe apenas uma confissão é como se o psiquitra estivesse numa consulta e nos dissese aquilo que lhe vai na alma.
Para terminar apenas duas notas, a primeira é que quem quiser ler estórias não encontrará aqui nada de apelativo, mas quem gostar de conhecer os meandros da alma é capaz de adorar.
E claro que mais livros se seguiram, agora um interregno para ler outro livro e depois volto ao Lobo Antunes, afinal o labirinto pode ser difícil de percorrer mas a recompensa é melhor que ganhar no casino.
sábado, 23 de janeiro de 2010
Doctor Who
Desde o Natal que a Sic Radical começou a transmitir a 4º temporada do Doctor Who. Uma série que chega até aqui e continua a ter episódios com a mesma frescura, humor, inteligência e a surpreender como no primeiro episódio, é de lhe tirar o chapéu. Muitas séries, à medida que as temporadas avançam, perdem o interesse e tornam-se enfadonhas. Sabendo nós que na América se fazem séries com orçamentos milionários, que muitas vezes vão morrendo lentamente, logo após a primeira temporada, o trabalho feito pelos ingleses é de louvar. Até porque eles não devem ter um orçamento assim tão grande. Se calhar os americanos punham os olhos nesta série e aprendiam umas coisas.
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