segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Sunset

Anda para aí uma moda de ir a Sunsets, eu gostava de ir ver este.



Créditos: Sunrise On Pender Island, British Columbia,
Photo by Robert Simmer

(de uma das páginas de facebook que mais me faz rir: Meanwhile in Canada)



domingo, 30 de agosto de 2015

Pardon my french

Tenho uma amiga que me diz muitas vezes que costumava falar com o ex-namorado em francês e que acha o francês uma língua romântica.
Eu nunca fui muito à bola com o francês e os meus conhecimentos são muito básicos, muito básicos mesmo. Para mim a língua do romance é o italiano, que adoro.
 
Tenho andado por estes dias a ver a série Devious Maids ( não, não perdem nada se não virem, é apenas uma série divertida e engraçada para ver no verão). A Carmen arranjou um namorado que a chama de Mon Coeur e não é que eu achei piada a este termo carinhoso? Já o disse em português: Meu Coração e não gostei. Experimentei em inglês: My heart e detestei. E pensei em Mi Corazón, como diriam nuestros hermanos e claro não achei grande piada. Não tentei em italiano porque não sei falar.
Mais uma vez se prova que muitas coisas perdem toda a piada quando são traduzidas. Os Clã é que tinham razão quando cantavam a língua inglesa fica sempre bem. Neste caso a língua francesa.


sábado, 29 de agosto de 2015

E tu és nomofóbico??

Não sabia que a malta que era dependente do telemóvel, já tinha um nome. Se quiserem saber o vosso grau de dependência basta irem aqui: teste
 
Eu não sou dependente do telemóvel ou sequer tenho internet no mesmo. Estar longe de redes sociais não me causa ansiedade. Quando vou passar alguns dias a casa do meu irmão, não acedo a facebooks, blogues ou afins. A única coisa que consulto é mesmo o email e só mesmo o pessoal, não vejo o que uso para o blogue. Faço-o porque tenho algumas pessoas que me contactam por aí, em vez de sms. E apenas o faço uma vez ao dia, a não ser que espere alguma coisa.  
 
Muitas pessoas mantém-se ligadas o tempo todo por questões profissionais, mas uma boa maioria não precisa disso. É estranho como algo pode causar dependência e ansiedade em caso de falta. São problemas das sociedades modernas que nunca afectaram os nossos pais e avós.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Comemorando os seis anos do blogue: Agosto de 2014 e um pouco de cinema

O cinema já foi mais falado aqui no blogue, actualmente vejo pouco cinema e cada vez mais tenho dificuldades em encontrar filmes dos quais eu goste mesmo a ponto de querer falar deles. E este post do ano passado reflecte um pouco isso: Cinema

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Se pensas que o mundo já evoluiu o suficiente, think again...

Há dias contaram-me uma coisa que me deixou profundamente irritada e sem grande fé nas novas gerações. O caso é simples, uma pequenita de 4 anos foi ao parque e lá duas crianças de 4 e 8 anos não quiseram brincar com ela. Porquê perguntam vocês? Simples, a pequenita ainda pronuncia muitas palavras de forma errada. Vai daí não disse bem fada e por isso as outras duas não quiseram brincar com ela.
Eu, na minha inocência, achava que o mundo já tinha evoluído e que os pais ensinavam as crianças a não discriminar alguém só porque diz umas quantas palavras erradamente. Mas pelos visto não. Imagino que outro tipo de discriminações não ensinam às crianças...

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Breve apontamento sobre o dia de ontem



Ontem fui fazer uma caminhada com uma amiga, fomos desde a Afurada à praia da Madalena. Fomos fazendo algumas paragens. Uma dessas paragens foi antes de Lavadores, onde o mar e o rio se encontram. Não ouvíamos nada a não ser o barulho das ondas a bater nas rochas e a nossa tagarelice. Reparei num casal que vinha na direcção oposta da nossa, no meio deles vinha uma criança que não tinha mais de 2 ou 3 anos e dava a mão a cada um deles. Notei que não conversavam desde o momento em que podia ouvi-los até ao momento em que deixaria de os ouvir.
 
Podia ser um daqueles momentos em que um casal está em silencio, mas não está de costas voltadas. Mas acho que não era até porque ela me pareceu ter um ar triste. Já não é a primeira vez que reparo nisto, casais que não se falam ou quando se falam o tema é sempre os filhos. Apesar de não ter filhos sei que tê-los altera muita coisa na vida de um casal.
Reparo nisto muitas vezes e o que vejo são casais que me parecem esquecer-se que são casais além de serem pais e continuam unidos pelos filhos. São muitos os que se separam depois dos filhos saírem de casa.
 
Se um dia casar e tiver filhos, espero não me esquecer que além de mãe sou também esposa. Quanto mais unido e maior o amor entre o casal melhor será para a criança. Nada pior do que casais desavindos ou casais que apenas existem para o bem dos filhos.
 

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Victor Frankenstein - Trailer

Pelo trailer não deve ser tão bom como o filme que o Kenneth Branagh e a Helena Bonham Carter protagonizaram nos anos 90, mas tem o James e pelo James valerá sempre a pena. E por falar no Frankenstein, já era altura de ler o livro não era??