Estava aqui a ler isto e a pensar que por vezes existem finais felizes. Uma das coisas que eu gostava de fazer é adoptar uma criança. E por acaso também gostava de adoptar irmãos. Sei que é sempre mais difícil eles serem adoptados...
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Os Três Mosqueteiros de Alexandre Dumas
Este é talvez um dos clássicos mais conhecidos e também um dos mais adaptados para cinema e televisão. Quem nunca ouviu falar dos Três Mosqueteiros ou se referiu a um grupo de amigos como sendo os três mosqueteiros?
Escrito por Alexandre Dumas no séc. XIX este livro goza de uma enorme popularidade. Os valores que fala da amizade, companheirismo, cavalheirismo podem até estar em declínio, mas são universais. Quem não gosta de ter amigos quem os quais pode contar em qualquer ocasião?
Eu já conhecia esta história graças aos desenhos animados da minha infância e algumas adaptações que vi. Tinha uma curiosidade moderada de ler.
Não posso dizer que adorei, mas também não detestei. Penso que é antes de tudo um livro sobre a amizades e depois com muitas aventuras. Estas aventuras fazem sonhar os mais aventureiros. Não sendo um clássico à altura de outros que já li, acho que é um livro que merece ser lido mais que não seja para descobrir o que fazem bem ou mal nas adaptações...
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Como os putos na escola
Uma amiga minha namora com um rapaz que é filho de pais emigrantes. Como é normal, nestes casos, ele tem um nome estrangeiro. Numa das aulas de francês apareceu uma frase com o nome dele. Achei imensa piada pois dizia que ele já tinha netos. Vai dai tirei uma foto e enviei à minha amiga com a legenda: o **** já tem netos!!
Eu sei que não é o comportamento próprio para uma pessoa adulta, mas eu já tinha feito os exercícios. Por isso não foi assim tão grave :D
p.s: hoje voltou a aparecer o nome dele e voltei a fazer o mesmo. Desconfio que as mensagens deste tipo vão se repetir até ao fim da formação.
sábado, 26 de novembro de 2016
Very Proud of Myself
Na quinta-feira, por mero acaso, no metro sentou-se à minha frente uma Mãe e um filho. Até aqui nada de novo, começam a falar sai-lhes francês. Eu tentei ouvir a conversa e ver o que percebia. Não foi muito é claro. Mas ontem quando cheguei à aula disse à professora o que tinha acontecido e em francês. Senti-me orgulhosa de conseguir expressar um acontecimento em francês, embora claro tenha metido uma calinadas :D
Para quem não gosta e só teve francês durante 3 anos no secundário acho que não me safei mal.
( E para aqueles que estão a pensar: mas porque é que não poes o titulo em francês?? Sabem como é: uma no cravo e outra na ferradura.)
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
A segunda mae
Estava aqui a ler isto e a pensar que casos destes são muito raros. É um tema que daria para se falar durante muito tempo. O que mais acontece é precisamente o contrário e a criança ser maltratada...
Seria bom que as pessoas crescessem um bocadinho e não deixassem os ciúmes e outros sentimentos interferir na forma como tratam a criança.
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Demelza e Ross: Love is a bumpy road....
Na semana passada vi a segunda temporada da série Poldark. É uma série que estreou o ano passado e conquistou o meu coração.
Haveria muitas coisas a dizer, mas vou-me concentrar na historia de amor entre Demelza e Ross.
Ross é um homem que vai combater na Guerra da Independência dos Estados Unidos. Ao voltar para a Cornualha descobre que o tinham dado como morto e por consequência a sua noiva está de casamento marcado com o seu primo.
Numa briga Ross conhece Demelza a quem acaba por dar trabalho como criada na sua casa.
É evidente que Demelza gosta de Ross e ele também sente a sua atração por ela. Um dia ele perde a cabeça e acaba na cama com ela. Se fosse um filho da mãe, Ross ia dormir com ela e acabava casado com outra, mas como é um gajo como deve de ser, casa com ela.
Demelza enfrenta então um desafio de tornar-se numa esposa adequada para o marido e eis que com a ajuda de Verity aprende a comportar-se, a falar, etc. etc.
O que eu gosto na série, e em especial nesta historia de amor, é vermos como eles vão conseguindo ultrapassar as dificuldades da relação, os sempre necessários ajustes de expectativas e de personalidades, as dificuldades económicas e o fantasma de Elizabeth, mais presente nesta temporada após a morte do marido.
É interessante vermos a insegurança de Demelza e vermos como Ross mal se apercebe disso e quando percebe não lhe dá valor. Numa reviravolta, Ross acaba por dormir com Elizabeth apenas para descobrir que ela é passado. Acho que a Elizabeth não seria a esposa adequada para Ross, acho que é o género de mulher que foi educada segundo determinadas normas e nunca saberia reagir aos problemas de forma adequada. E não digo isto por ser team Demelza, digo-o porque apesar disto ser ficção acho que reflete a realidade. Muita gente pensa no passado e acha que seria feliz com X ou Y mas na realidade não seria. E acrescento que o melhor desta série é o realismo como retrata a vida destas pessoas, separadas no tempo e ficcionais, mas de certa forma com os mesmos problemas e angustias que muitos de nós.
sábado, 19 de novembro de 2016
O amor é mais falado do que vivido??
Estava aqui a ler este texto e a pensar como o mesmo é verdadeiro. Acho que cada vez mais é mais fácil despachar alguém e muitas vezes por dá cá a aquela palha. Para onde foi a paciência? Para onde foi o perdão? Para onde foi a vontade de construir?
Ainda há dias via o perfil de uma ex-colega de trabalho ( que também faz artesanato e por isso mesmo costume ver) e percebi que já não tinha namorado. Fui cuscar o perfil dele e percebi que ele tinha novo amor. As fotos que existiam dela foram substituídas por outras com o novo amor. Curiosamente as fotos dele aqui no Porto (ele vive no Algarve) continuam por lá. Não saberia explicar os motivos. Mas a verdade é que se pode bloquear alguém no facebook ou apagar fotos com um simples clique, já as memórias ficam para sempre. Quem sabe ele guarda as memórias desses dias como bons e as fotos servem para o lembrar disso?
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