sábado, 7 de novembro de 2009

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Popota Natalícia

Ontem, em conversa com a minha mãe disse-lhe que se um dia tiver filhos, não os deixo ver televisão até terem pelo menos 5 ou 6 anos. A minha mãe contrapôs dizendo que a televisão dá jeito para as crianças estarem entretidas enquanto eu fazia as lides domésticas. Aqui, eu disse que o pai tomava conta delas e a minha mãe disse logo: e se ele tiver a trabalhar?
À noite vi o reclame da Popota e mais convencida fiquei que eu tenho razão, aquilo é não é para crianças! Por isso, a minha casa irá ser desarrumada, caso o pai tenha de trabalhar, antes isso que expor crianças a coisas que não prestam e não ensinam nada.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Dexter em dvd

A primeira temporada de Dexter já se encontra à venda pela módica quantia de 34,99€. O Dexter é uma série com 12 episódios, na capa não há qualquer indicação de extras... Então, pergunto eu: porque diabos custa a série quase tanto como outras que têm cerca de 22 episódios? Eu acho piada quando ouço os editores a dizerem que a pirataria dá cabo do negócio, os PREÇOS é que dão cabo das vendas. Sabem quanto custa a série na Play? 16,99€. Se tivesse a certeza que nunca ia ver isto com alguém que não soubesse inglês, era lá que comprava. Esta é uma daquelas séries em que as legendas são dispensáveis.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Onda Choc - Bikini às bolinhas amarelas

Os Onda Choc juntamente com os Ministars fizeram as delícias de quem cresceu durante os anos 80. Se tivesse de escolher uma música dessa época para colocar numa cápsula ( daquelas para serem abertas daqui a 100 anos) esta era a escolhida. Ainda hoje gosto de a ouvir e quando me pedem conselhos sobre cores, eu digo sempre: às bolinhas amarelas!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Originalidade precisa-se

Foi uma das tias da minha cunhada que fez o vestido de noiva. A senhora foi generosa e ofereceu-se para fazer também a minha roupa. Inicialmente aceitei, mas depois acabei por declinar a oferta. Tinha de viajar para Lisboa para fazer provas e comprar tecidos, e isso fazia com que o custo fosse igual ao comprar aqui ou mesmo mandar fazer.
Mas na fase em que ainda pensava no assunto, procurei diversos blogs, sites de onde pudesse tirar ideias para a roupa e guardei-os nos favoritos.
Hoje, ao ver o que cá está e já não é preciso ( eu tenho o hábito de pôr muitas coisas nos favoritos, apenas temporariamente, enquanto procuro o que quero) dei com este blog. As fotos são líndissimas, mas nem é isso que me chama mais a atenção, é mesmo a simplicidade e muitas vezes originalidade com que se vestem os noivos. Muitos vestidos não são cai-cai, os sapatos das noivas são da cor dos vestidos das damas de honor, os vestidos são curtos, poucos véus, os noivos não usam gravata e usam mesmo havaianas ou sapatilhas.
Quando vejo fotos de casamentos em blogs portugueses, a sensação que tenho é que são sempre as mesmas fotos e o problema não está nos fotografos. Está nas noivas que se vestem todas com vestidos cai-cai, saia tipo princesa com caudas longas e véus que ficam na entrada da igreja enquanto a noiva já está no altar. Os noivos também estão todos esganados pelas gravatas e cheios de calor com os casacos.... Chateia-me esta mania de porem tudo igual aos outros, será que não têm imaginação?

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Thomas Hardy - o deprimido ou o realista?

Ainda não tive oportunidade de ler o Thomas Hardy, mas graça à rádio e a televisão já ouvi/vi várias adaptações dos seus livros.
Geralmente, quando se fala em Thomas Hardy, os ingleses trocem o nariz apelidando-o, de deprimido, pessimista e justificando a vida que levou para as estórias que contou nos livros que escreveu.
Pessoalmente, não vejo nele um pessimista, vejo alguém que conseguiu retratar com bastante rigor as normas sociais da época em que viveu. Os livros dele têm finais pouco felizes ao contrário do Dickens ( que também só conheço de adaptações) que nos brinda sempre com o Happy Ending embora também critique a sua época.
Cada um tem os seus gostos, mas parece que esta rejeição ao Hardy nasce de uma ideia romantizada da vida e da literatura em que só sabe bem se o final for feliz.
Pessoalmente não gosto de finais felizes ou finais infelizes, gosto sim de finais justos e realistas. Isto aplica-se tanto a filmes como livros. Claro que alguns, como têm o sabor Conto de Fadas, nunca poderão ser realistas, mas quando falamos da realidade, o melhor final é aquele, do qual pudemos dizer: se isto fosse realidade era assim que acontecia...

domingo, 1 de novembro de 2009

Whatever Works

Estive agora a ver o site do sapo para as estreias de cinema e vi que ainda não há data para o filme Whatever Works do Woddy Allen. Por mera curiosidade fui ver a página do filme no imdb e reparei que o filme já estreou em diversos países. Olhando o cast do mesmo percebi porque ainda não estreou cá, não têm ninguém famoso no elenco...Tenho para mim que este é o critério de escolha dos filmes a estrear no nosso país.