domingo, 28 de fevereiro de 2010

é um pouco estranho receber uma newsletter que anuncia as promoções para este fim de semana ao domingo de manhã. A esta hora o fim de semana já está a meio e nem dá tempo de pensar se é ou não para aproveitar a promoção. Quem é a autora desta ideia? A Fnac, claro.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

No Alfarrabista

E depois de ter passado cerca de quinze minutos num alfarrabista, à espera de ser atendida, percebi que seria uma mulher mais feliz se trabalhasse numa livraria ou até num alfarrabista e o meu entusiasmo não diminuiu depois de terem dito que não queriam os livros que eu lhes quis vender e da valente chuvada que apanhei à conta de andar às voltas na cidade para lá ir.
(Ainda falta muito para a Feira do Livro?)

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010






Quando há falta de espaço, há que ter boas ideias para aproveitar o espaço :)






quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Regresso do Glee

Depois de uma pausa a série Glee regressará a 13 de Abril à TV Americana. Só espero que a Foxlife não demore a transmitir os episódios. Até lá vou vendo este vídeo

(Desde que o Youtube mudou a configuração que não sei como se faz para pôr os vídeos aqui, se alguém souber diga, por favor.)

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Nine - Rob Marshall

Muito se tem dito acerca deste filme e são tudo opiniões desagradavéis. Eu dotada de um forte espírito de contradição ( leia-se não me deixo influenciar pelas opiniões dos outros e por modas) gostei do filme.
Quem acompanha este blogue sabe que musicais são um dos meus géneros favoritos e por isso tento ver todos os que me vão aparecendo e não, não gosto de todos, há alguns que não gosto, como por exemplo o Grease, embora goste de algumas músicas.
Um musical conta-nos uma estória através da sua música, e em vez do diálogo temos os actores a cantarem o que lhes vai na alma.
Muita gente gostou do anterior filme de Rob Marshal, o Chicago e talvez por isso tenha ficado com a ideia que gostava de musicais, o género mal-amado do cinema, e ao ver outro que é um bocadito inferior ao primeiro desatam a atirar pedras.
Se compararmos o Nine com o Chicago, o primeiro fica a perder. Mas Nine é um bom musical e muito me admira que apenas Penelope Cruz tenha merecido a nomeação para o Oscar e Daniel Day Lewis tenha ficado a ver navios, já que faz um trabalho extraordinário no papel de Guido Contini.
Na bela Itália dos anos 60, Contini, um grande realizador de cinema, sente-se desinspirado para fazer um novo filme e o enredo anda à volta disso. O Daniel é excelente tanto a cantar como a falar inglês com sotaque italiano. Cheio de bons momentos musicais, humor e mulheres bonitas, já que Guido é um mulherengo, temos aqui um filme que canta e encanta. Só tive pena que não tivessem dado um papel ainda que fosse pequeno ao meu italiano favorito, o Kim Rossi Suart.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Meio mundo não é capaz de entender os prazeres do outro meio.



In Ema by Jane Austen.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Precious: Based on the Novel Push by Sapphire

O trailer afastou a ideia de ver este filme, pensei que era um verdadeiro murro no estomago e para isso chega-me a realidade que vejo nos jornais todos os dias. Eu nunca sei bem se hei-de ou não ver estes filmes e reconheço que preciso de estar disposta a vê-los para conseguir chegar ao fim.
Contudo, li alguns comentários que diziam que o filme era menos murro no estomago do que o trailer dava a entender.
Actualmente os adolescentes cobiçam uma vida de fama, de dinheiro fácil, alimentados pelo tempo de antena dado às celebridades na imprensa. Qual será o rapaz que não sonha em tornar-se o próximo Cristiano Ronaldo e a rapariga que não inveja a Luciana Abreu? Duas pessoas que vieram do nada e hoje têm tudo, principalmente o Cristiano. No entanto, é a fama, o glamour e o dinheiro fácil que atrai os jovens. Perguntam vocês o que isso tem a ver com o filme? Também Precious sonha com esse mundo da fama, de ser cantora, mas não é pelo dinheiro ou fama, é que neste mundo imaginário ela se sente amada e querida, coisa que não é na vida real. O mundo imaginário assume-se como um lugar onde ela quer estar. Quantos de nós não fogem para esses mundos em alturas dificieis?
Existem dezenas, melhor centenas de Precious no mundo, isso já todos sabemos. Ao ver o filme lembrei-me de uma coisa e na minha modesta opinião é essa a mensagem que o filme me traz. Há uns tempos vi uma mini-série sobre os últimos anos de vida da Jane Austen, a determinada altura ela diz que todo o homem precisa de algum encorajamento. Isto é dito no sentido que a mulher o devia encorajar a declarar-se dando sinais de estar também interessada. Eu penso que não só nessas alturas precisamos de encorajamento, mas ao longo da nossa vida existirão momentos assim, em que alguém precisa de nos dar a mão e dizer que acredita em nós. E é essa a grande mensagem deste filme. Se o virem penso que concordarão comigo.