quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Comemorando seis anos de blogue: Setembro de 2012 e os trolhas

É a ler os posts mais antigos que vemos quem veio cá parar. Relendo penso: seria para algum bailarico lá na empresa? Despedida de Solteiro?? :D
 
 
 
os trolhas além de lançarem piropos amorosos quando passa uma mulher ainda se dão ao trabalho de nas horas de trabalho pesquisar na net as bailarinas pimba!! E mais dão-se ao trabalho de ir até à décima quinta página da pesquisa google!!
 
( isto tudo porque um dia destes vieram cá parar ao blogue com uma pesquisa dessas! E como têm IP próprio aparece o nome e era de uma empresa de construção civil, dá que pensar!!)

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Sense 8

Sense 8 é a minha mais recente descoberta do mundo das séries. Uma série realmente boa e com uma premissa bastante original
8 estranhos, em 8 cidades diferentes, com vivencias e realidades diferentes que conseguem se conectar e até mesmo interagir uns com os outros e até mesmo tomar o lugar do outro, literalmente. No inicio, eles pensam que estão loucos, mas aos poucos encontram no estranho um amigo que precisam para desabafar ou a destreza física para enfrentar uma situação de perigo.
 
Os oito personagens não podiam ser mais diferentes: Nomi, uma transsexual e antiga hacker que vive em São Francisco com a namorada Amanita; Wolfgang, um criminoso das ruas de Berlin; Will, um policia em Chicago; Riley que ganha a vida como D.J. em Londres e é islandesa; Capheus, o miúdo pobre de Nairobi que conduz um autocarro; Kela, a indiana prestes a se casar com alguém que não ama, Sun uma executiva de Seul e mestre em artes marciais e Lito, um bem sucedido actor mexicano que esconde que é gay para não arruinar a sua carreira.
 
 
Apesar da premissa de ficção cientifica é no drama que a série marca pontos. Talvez porque vivemos num mundo onde os outros se importam apenas com eles ou talvez porque essas mesmas pessoas tem sérias dificuldades em se colocar no lugar do outro e ter empatia. Temos aqui um grupo de pessoas, muito diferentes mas que se ajudam, interagem e tentar perceber com realidades diferentes das suas.






segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Estrela da Tarde - José Carlos Ary dos Santos



Era a tarde mais longa de todas as tardes

que me acontecia

Eu esperava por ti, tu não vinhas,

tardavas e eu entardecia

Era tarde, tão tarde, que a boca,

tardando-lhe o beijo, mordia

Quando à boca da noite surgiste

na tarde tal rosa tardia

 

Quando nós nos olhámos tardámos

no beijo que a boca pedia

E na tarde ficámos unidos

ardendo na luz que morria

Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste

o sol amanhecia

Era tarde de mais para haver outra noite,

para haver outro dia

 

Meu amor, meu amor

Minha estrela da tarde

Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde

Meu amor, meu amor

Eu não tenho a certeza

Se tu és a alegria ou se és a tristeza

Meu amor, meu amor

Eu não tenho a certeza

 

Foi a noite mais bela de todas as noites

que me adormeceram

Dos nocturnos silêncios que à noite de aromas

e beijos se encheram

Foi a noite em que os nossos dois corpos

cansados não adormeceram

E da estrada mais linda da noite

uma festa de fogo fizeram

 

Foram noites e noites que numa só noite

nos aconteceram

Era o dia da noite de todas as noites

que nos precederam

Era a noite mais clara daqueles que à noite

amando se deram

E entre os braços da noite de tanto se amarem,

vivendo morreram

 

Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura,

se é riso, se é pranto

É por ti que adormeço e acordo

e acordado recordo no canto

Essa tarde em que tarde surgiste

dum triste e profundo recanto

Essa noite em que cedo nasceste

despida de mágoa e de espanto

 

Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem

se quer tanto!


 

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Here we go again

E eu pensava que depois do Meco, a malta das praxes tinha ganhado juízo. Mas não. Esta noticia prova que não.
Eu nunca fui praxada pelo simples facto que não fui para a Universidade. Mas ao ler estas coisas lembrei-me da D. Teresa. E perguntam vocês, quem é a D. Teresa? Era a minha professora da primária que dizia sobre o copiar: Tanto é ladrão o que vai à horta como o que fica à porta. E por isso acho que nestas coisas tanto é culpado quem faz como quem deixa fazer.
 
Se tivesse ido para a Universidade até aceitaria ser praxada, mas nunca permitiria que atentassem contra a minha integridade ou me infligissem algum tipo de desconforto. Ainda ontem vi os caloiros a andar pelas ruas da cidade, nada demais até dão um colorido bonito e os turistas até devem apreciar.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015