terça-feira, 7 de julho de 2015

Amor à camisola

Andava agora no imdb, na página da série The Knick, a tentar descobrir a data de estreia da segunda temporada, quando me deparei com isto:
 
During a one on one conversation with an un-named co-producer, Clive Owen mentioned he was considering a plan to take a leaf from both the famous Dr.William Halstead (on whom his character is supposedly based) and his own character from the series, Dr John Thackey and sample a dose of heroin as a means to better understand the effects of the drug, so as to improve his performance in the forthcoming 2nd season, which deals largely with Thackery's burgeoning heroin addiction, resulting, ironically, from the drugs use in his treatment to overcome cocaine addiction. The co-producer was so alarmed by Owen's statement (and apparent plan) he contacted senior and executive producers who staged an "intervention" in which Owen was confronted about the statement.
 
 
Eu gosto muito do Clive Owen, é um dos meus meninos, não vi tudo que ele fez, mas aprecio-o muitíssimo enquanto actor. Esta ideia dele só mostra como muitos actores fazem determinadas coisas para entenderem melhor os seus personagens. Embora neste caso seja um extremo. O Clive imprimi uma intensidade a muitos dos papéis que faz mas em outros também consegue ser adorável e fofo. O problema de muitos actores é que quando representam não conseguem essa intensidade e em vez do personagem sair intenso acaba por sair frouxo ou agressivo.
 
Quanto à serie The Knick é excelente. Creio que não cheguei a falar dela aqui. Mas pronto, ainda vão a tempo de ver a primeira temporada e apanhar a segunda que só começa em Outubro. A série tem lugar nos inícios do século XX, num hospital. Não é bonitinha e cor de rosa, é crua, muitas vezes cruel. Não seria de esperar diferente quando director do hospital é corrupto, há um médico negro continuamente posto de lado por ser negro, a filha do dono do hospital que não quer casar e ficar em casa, quer continuar o trabalho no hospital e o maior choque de todos: a freira que faz abortos. E claro no nosso Clive, um prestigiado cirurgião que é viciado em morfina, numa altura em que a mesma era vendida livremente nas farmácias.


segunda-feira, 6 de julho de 2015

domingo, 5 de julho de 2015

Home



 
 I was with the man with whom I've been in love for 37 years and whom I married five years ago. Corny? Not if you can appreciate that you want your best friend with you when you're in a foreign city that reminds you of the injustice of the world everywhere you look. Without him, I'd have been ready for tears. When I think back to the 24 hours we spent in Ribeirao Preto, what I remember most is sitting in the city's landmark pub, the Pinguim, and laughing together at the oddness of coming to a tropical city to be surrounded by statues and paintings of penguins. The older I get, the more I understand that the loving friendship that Alex and I have created over four decades has become my home.
 
 
Podem ler o artigo completo do Richard Zimmler, sobre o conceito de casa aqui: Writing Home

sábado, 4 de julho de 2015

Comemorando os seis anos do blogue: Julho de 2009 e Casablanca

O que escrevi na altura não fez jus aquilo que sinto pelo filme. Mas também em 2009 o blogue era ainda muito jovem e eu pouco treinada na escrita. Como dizem os brasileiros: eu amo esse filme!
Nunca me canso de ver e sempre que vejo acredito sempre que a Ilsa não vai entrar naquele avião. E aqui está o poder de um grande filme: ver e achar sempre que vai ser diferente tal como se fosse a primeira vez que vemos.
Aqui vai o link para o post original: Casablanca

sexta-feira, 3 de julho de 2015

A prova que eu nao entendo nada de moda

Estava eu a desfolhar Burda deste mês, quando vejo umas sugestões do que vestir em determinadas ocasiões. Então o primeiro modelo é a sugestão para uma festa de praia e a segunda para um jantar informal. Foi ai que percebi que realmente não entendo nada de moda, pois eu vestiria precisamente ao contrário.


quinta-feira, 2 de julho de 2015

What If

eu pelo trailer tinha achado que este filme era jeitosinho. Não era comédia romântica mas não era drama, algo cada vez mais comum a certos filmes. Até achei piada à ideia de encontrar alguém que nos parece ideal para nós mas que infelizmente já tem dono. Mas depois vi o filme e não gostei, também não odiei, mas fiquei assim com a sensação que investiram numa boa ideia mas depois esqueceram-se de investir nos diálogos. A maioria deles são cheios de nonsense e eu até adoro nonsense mas caramba há um exagero e na volta parece que os dois são parvos. Isto tinha potencial para ser outro 500 Days of Summer ou outro Ruby Sparks, mas acabou por falhar. Aqui ficam algumas frases que, a meu ver, se aproveitam:
 
I remember the night Allan and Nicole met. And that instant conection. If you're lucky it happens once in a lifetime and if you're unlucky, then you have to come to weddings and listen to people like me talking about it. And asume we're all hopeless romantics... It's very easy to be cynical about love, but this, tonight, this is hard.
 
 
In fairy tales, love inspires you to be noble and courageous, but in real life, love is just an all-purpose excuse for selfish behavior. You can lie and cheat and hurt people, and it's all okay because you're in love.
 
 
It's complicated. All this love shit's complicated. And that's good. Because if it's too simple you've got no reason to try, and if you've got no reason to try you don't.
 
 
 

quarta-feira, 1 de julho de 2015

O que ando a ler

Cavalo de Fogo - Paris de Florencia Bonelli - a boa noticia é que já estou na página 456 e o livro tem 593, a má noticia é que este é apenas o primeiro de uma trilogia e eu quero ler até ao fim. Nunca deixei um livro a meio, excepto o segundo das cinquenta sombras, mas aquilo é tao mau que não conta. Ao menos agora estou a gostar da parte do terrorismo e tal (o romance do Eliah com a Matilde continua a não me convencer), mas eu suspeito que é tudo porque tenho vontade de ver a segunda temporada do El Principe. A ver se descubro onde posso ver ou se a RTP2 emite os episódios.  
 
 
O Amor nos Tempos de Colera de Gabriel Garcia Marquez - bastou-me ler a primeira frase para me apaixonar. Percebi logo que o livro era bom, às vezes acontece e não me enganei. O Gabo escreve muitíssimo bem e a sua prosa é muito poética. Histórias de amores proibidos são mesmo a minha onda, especialmente se forem passadas noutras épocas.
 
 
The Raven de Sylvain Reynard - Não era para ser o cliente seguinte à Arte de Guardar Segredos da Eva Rice. Mas depois a Bertrand fez uma promo e com os trocos que tinha no cartão, mais os trocos que ia ganhar com esta compra valia a pena. Assim que chegou soube que tinha que ler. Gostei muito da trilogia (aquela sobre o Professor Gabriel Emerson) que o Sylvain Reynard escreveu e que lhe deu fama. O Sylvain escreve muito bem e podia saltar dos livros de romance light para os livros a sério. Combina nos seus livros arte e literatura, muitíssimo bem. Esta nova trilogia tem lugar em Itália, mais concretamente em Florença e eu adoro tudo o que seja italiano. Juntem a isso o facto de saber que a historia vai ser boa ou vá tao boa como se pode desejar neste género e tem ainda uma pitada de vampiros. Eu adoro vampiros. Talvez nos próximos dias eu fale dos vampiros que eu gosto na ficção.